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20 de set. de 2013

Medepop Recomenda (Livros) : Endocrinologia Ginecológica

::: LUCASMACHADO.COM.BR ::::

ENDOCRINOLOGIA GINECOLÓGICA 
LUCAS VIANNA MACHADO
Editora Médica e Científica
2000
"Este livro é diferente. No mínimo polêmico, crítico e contundente. Prioriza o raciocínio clínico e não o conhecimento puramente científico. Trada dos temas de endocrinologia ginecológica de maneira prática, sem abrir mão do conhecimento teórico. Ele é fruto de uma grande paixão pela fisiologia e endocrinologia, sedimentada por uma intensa vivência de consultório ao longo dos últimos 40 anos."
 acesse os artigos do autor no site official > http://www.lucasmachado.com.br

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10 de jan. de 2013

Na contramão : Adultos classificados como Sobrepeso pode ter o risco de mortalidade mais baixa - JAMA 2013


Adultos classificados como Sobrepeso pode ter o risco de mortalidade mais baixa do que os adultos de peso normal 


padrão para sobrepeso (OMS)

A questão do peso ideal de uma perspectiva de saúde é de grande interesse para os médicos e pacientes. Os resultados de estudos que avaliam os riscos de mortalidade que se baseiam no índice de massa corporal (IMC) pode ser difícil de conciliar com o outro devido a diferentes definições de categorias de IMC usados ​​em estudos. Uma recente revisão sistemática de 97 estudos prospectivos avaliaram todas as causas de risco de mortalidade em uma população de mais de 2.880 mil pessoas que utilizam padrão de classificações de peso, tal como definido pela Organização Mundial de Saúde.O peso normal é definido como um IMC 18,5-24,9 kg / m 2 e sobrepeso como IMC 25-29,9 kg / m 2 . A obesidade foi estratificada a 3 classes: classe 1 inclui IMC 30-34,9 kg / m 2 , classe 2 é IMC 35-39,9 kg / m 2 e classe 3 é o IMC ≥ 40 kg / m 2 .

Durante o seguimento variando 3-42 anos, houve mais de 270.000 mortes.Comparado com peso normal, a mortalidade foi reduzida significativamente em pessoas que foram classificados como sobrepeso (índice de risco 0,94, 95% CI 0,91-0,96) na análise de 93 estudos. Não houve diferença significativa na mortalidade comparando o peso normal para a obesidade classe 1, mas a mortalidade foi maior em pessoas com classe 2 ou 3 obesidade (IMC ≥ 35 kg / m 2 ) (razão de risco 1,29, 95% CI 1,18-1,41), em análise de 32 estudos. Em análises de subgrupos de pessoas ≥ 65 anos de idade, o excesso de peso foi mais uma vez associado com redução da mortalidade em relação ao peso normal (índice de risco de 0,9, 95% CI 0,86-0,95), e não houve diferenças significativas na mortalidade comparando peso normal para qualquer categoria de obesidade ( JAMA 2,013 mil 02 de janeiro; 309 (1): 71 ).

Estudos anteriores sugeriram que a mortalidade é mais baixa para o IMC 22,5-25 kg / m 2 e um pouco mais elevada, no extremo inferior do "normal", assim como a níveis mais elevados ( Lancet 2009 Mar 28; 373 (9669): 1083 ). A redução da mortalidade associadas com o excesso de peso neste estudo pode ser devida, em parte, para o intervalo de IMC gama considerada normal pela classificação da OMS. No entanto, estes dados sugerem que as pessoas categorizar como com sobrepeso ou obesos pelo IMC sozinho não pode fornecer uma avaliação válida de risco para a saúde.



texto adaptado de : DynaMed Weekly Update





24 de out. de 2012

Webmeeting 25 de outubro. Tireoide na Web: Hipotireoidismo da Criança ao Adulto

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3 de out. de 2012

I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (HF) 2012


Acesse aqui:
>http://publicacoes.cardiol.br/consenso/2012/Diretriz%20Hipercolesterolemia%20Familiar_publicacao_oficial_eletronica.pdf

Realização
Sociedade Brasileira de Cardiologia
Coordenador de Normatizações e Diretrizes da SBC
Harry Corrêa Filho

Coordenadores Geral
Ana Carolina Moron; Antonio Casella Filho; Daniel Branco de Araújo; Fernando Cesena; Hermes Toros Xavier; Raul Dias dos Santos Filho e Renato Jorge Alves

Editor
Raul Dias dos Santos Filho

Membros do ComitêAlexandre Costa Pereira; Ana Maria P Lottemberg; Ana Paula M. Chacra; André Arpad Faludi; Andrei C. Sposito; Fernando Flexa Ribeiro Filho; Francisco Antonio Helfenstein Fonseca; Isabela de Carlos Back Giuliano; Liane Hülle Catani; Marcelo C. Bertolami; Marcio Hiroshi Miname; Maria Cristina de Oliveira Izar; Osmar Monte; Raul C. Maranhão; Tania L.R. Martinez; Valeria Arruda Machado; Viviane Zorzanelli Rocha; Wilson Salgado Filho
_________________________________________________________________________
Esta diretriz deverá ser citada como:
Santos R.D., Gagliardi A.C.M., Xavier H.T., Casella Filho A., Araújo D.B.; Cesena F.Y., Alves R.J. et al. Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar (HF).
Arq Bras Cardiol 2012;99(2 Supl. 2):1-28


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26 de set. de 2012

Webmeeting 27 de setembro: Avaliação da glândula Tireóide: Conceitos Atuais

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8 de ago. de 2012

Hormônio do crescimento contra demência

Medical News: Hormone Shots Aid Cognition in Older Adults - in Neurology, General Neurology from MedPage Today:


Injeção de hormônio ajuda  preservar a cognição  em adultos mais velhos



Pontos de Ação


  • Crescimento Hormônio liberador do hormônio, o hormônio do crescimento e insulina-like growth factor 1  (IGF 1) têm efeitos potentes sobre a função cerebral e seus níveis diminuem com o avançar da idade. Este estudo foi projetado para examinar os efeitos do GHRH na função cognitiva em idosos saudáveis ​​e em adultos com comprometimento cognitivo leve.

  • Note-se que este estudo randomizado, controlado com placebo mostraram um efeito favorável de GHRH no curto prazo sobre a cognição, incluindo a função executiva.


artigo na integra (inglês) : http://www.medpagetoday.com/Neurology/GeneralNeurology/34076


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24 de jul. de 2012

Webmeeting Unidiabetes : A Pandemia de Diabetes

Unidiabetes:

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22 de jul. de 2012

Obesidade: FDA aprova Combinação do Topiramato para perda de peso

Obesidade: FDA aprova Qsymia para perda de peso - Pharma News > news.med.br:

Obesidade: FDA aprova Qsymia para perda de peso

O Food and Drug Administration (FDA) aprovou o Qsymia(fentermina e topiramato de liberação prolongada), segundo medicamento para perda de peso que recebeu aprovação da agência em menos de um mês de intervalo, ampliando o leque de opções terapêuticas para um terço dos adultos americanos que são obesos.
O medicamento Qsymia ofereceu a maior perda de peso em ensaios clínicos com medicamentos usados para emagrecer, quando comparado aos três remédios que foram considerados pelo FDA nos últimos anos. Em fase final de ensaios clínicos, os pacientes em uso de uma dose intermediária de Qsymia perderam em média 8,4% do seu peso corporal, após um ano de tratamento. Pacientes em uso de Belviq, medicamento aprovado no mês passado, perderam em média 5,8% do seu peso depois de um ano de uso da droga. No entanto, o novo medicamento também aumenta o risco de defeitos congênitos, quando utilizado por mulheres grávidas e pode causartaquicardia e problemas cognitivos.
Qsymia, anteriormente conhecido como Qnexa, foi desenvolvido pela Vivus Inc. deMountain View, na Califórnia. Ele é a segunda droga aprovada para a obesidade em menos de um mês, após a aprovação do Belviq, da Arena Pharmaceuticals. Antes disso, nenhuma nova prescrição de medicamentos para emagrecer havia sido aprovada em 13 anos, após o Xenical da Roche.
Ambas as medicações, Qsymia e Belviq, foram rejeitadas pelo FDA em 2010, mas os fabricantes voltaram este ano com novos dados. Em fevereiro, o Comitê Consultivo do FDA votou a aprovação do Qsymia.
A terceira droga, o Contrave da Orexigen Therapeutics, também foi rejeitada e agora está sendo testada em um novo ensaio clínico.
Qsymia é uma combinação de dois fármacos existentes, um dos quais é a fentermina, um supressor do apetite. O outro é o topiramato, uma droga indicada também para tratar a epilepsia e a enxaqueca.
Alguns especialistas em obesidade já prescrevem cada componente de Qsymia separadamente.
O FDA sugeriu medidas de segurança para reduzir o risco de efeitos colaterais com a medicação. Todos os pacientes devem começar com uma dose média do fármaco e devem considerar uma dose elevada apenas se não perderem 3% do seu peso corporal após 12 semanas. Caso os pacientes não percam 5% do seu peso após 12 semanas de tratamento, com a dose mais elevada, devem interromper a medicação.
A agência também alerta para que os batimentos cardíacos dos pacientes em uso de Qsymia sejam monitorados regularmente. Mulheres em idade fértil devem fazer teste de gravidez antes de iniciar o Qsymiae todos os meses enquanto estiverem em uso da droga, além de usarem um método contraceptivo eficaz.
no brasil até então há liberação como antiepiléptico
NEWS.MED.BR, 2012. Obesidade: FDA aprova Qsymia para perda de peso. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/pharma-news/309700/obesidade-fda-aprova-qsymia-para-perda-de-peso.htm>. Acesso em: 18 jul. 2012.

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20 de jun. de 2012

Webmeeting 21 de junho:Highlights of the ADA (Destaques 2012 em diabetes))

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13 de jun. de 2012

Diabetes: ADA, Byetta (exenatida) Melhor como terapia adjuvante

Medical News: ADA: Byetta Tops as Add-On Diabetes Therapy - in Meeting Coverage, ADA from MedPage Today:





Pontos de Ação


  • Note-se que este estudo foi publicado como um resumo e apresentado em uma conferência.Estes dados e conclusões devem ser considerados preliminares até publicado em um jornal peer-reviewed.
  • O agonista do receptor de GLP-1 exenatida (Byetta) foi superior à glimepirida (Amaryl) como uma terapia add-on quando os pacientes com diabetes tipo 2 tinham falhado com metformina.
  • Saliente que os pacientes exenatida também teve queda significativamente maior no peso corporal do que aqueles em glimepirida, mas que os pacientes mais sobre a exenatida apresentaram eventos adversos, em que predominam os efeitos gastrintestinais, como náuseas e diarréia, e interromperam a terapêutica.
adaptado de :http://www.medpagetoday.com/MeetingCoverage/ADA/33169
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6 de jun. de 2012

Endocrinologia em "Os Simpsons"

Síndrome de Cushing e o personagem Barney, d’Os Simpsons.: A síndrome de Cushing é a resultante fenotípica da exposição crônica a concentrações elevadas de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta à liberação de ACTH na hipófise anterior.

A causa mais comum de síndrome de cushing é a iatrogênica, pela administração de glicocorticoides nas mais diversas situações clínicas. As causas endógenas de hipercortisolismo são divididas em dois grandes grupos: ACTH-dependente, representada pela doença de Cushing e ACTH-independente, cujo protótipo é o adenoma adrenal.

Analisando o personagem Barney Gumble, alcoólatra da série animada Os Simpsons, nota-se claramente características fenotípicas da síndrome de Cushing:



Apesar de ser um hormônio catabólico, o cortisol leva ao acúmulo de gordura abdominal. O motivo é a expressão muito maior, tanto do receptor para glicocorticoide como da enzima formadora de cortisol, no omento do que no restante do subcutâneo. O resultado é a obesidade tronco-facial e, graças ao desenvolvimento de atrofia e fraqueza muscular pelo catabolismo proteico, associa-se ao quadro extremidades finas e consumidas.

Outros achados característicos são: deposição anormal de gordura na fossa supraclavicular e temporal, hirsutismo, fraqueza muscular proximal, estrias violáceas largas (>1 cm), aparecimento de irritabilidade, redução da cognição e da memória de curto prazo e osteoporose.

O tipo físico de Barney foi inspirado em vários biriteiros americanos:
Estendendo a analogia e levando em consideração o alcoolismo do personagem, ouso dizer que Barney representa um clássico portador da síndrome de pseudo-cushing (que compartilha muitas das características clínicas e bioquímicas da síndrome de Cushing), tendo como uma possível etiologia a alteração da atividade do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal pelo consumo exagerado de álcool ou pela interrupção abrupta do mesmo.


  • PS:afinal o que é um corticoide e como ele age ? 

Neste video ilustrativo temos uma noção da farmacologia desta classe :
http://www.youtube.com/watch?v=DLysYM7Y2go

post adaptado de :http://medicineisart.blogspot.com/2012/05/sindrome-de-cushing-e-o-personagem.html

REFERÊNCIAS: 
1.Romanholi, D. “Estados de pseudo-Cushing”. Arq Bras Endocrinol Metab vol.51 no.8 São Paulo Nov. 2007.

1 de mai. de 2012

Webmeeting 02 de maio :Novos rumos no Diabetes Mellitus 2

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