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22 de jul. de 2012

Obesidade: FDA aprova Combinação do Topiramato para perda de peso

Obesidade: FDA aprova Qsymia para perda de peso - Pharma News > news.med.br:

Obesidade: FDA aprova Qsymia para perda de peso

O Food and Drug Administration (FDA) aprovou o Qsymia(fentermina e topiramato de liberação prolongada), segundo medicamento para perda de peso que recebeu aprovação da agência em menos de um mês de intervalo, ampliando o leque de opções terapêuticas para um terço dos adultos americanos que são obesos.
O medicamento Qsymia ofereceu a maior perda de peso em ensaios clínicos com medicamentos usados para emagrecer, quando comparado aos três remédios que foram considerados pelo FDA nos últimos anos. Em fase final de ensaios clínicos, os pacientes em uso de uma dose intermediária de Qsymia perderam em média 8,4% do seu peso corporal, após um ano de tratamento. Pacientes em uso de Belviq, medicamento aprovado no mês passado, perderam em média 5,8% do seu peso depois de um ano de uso da droga. No entanto, o novo medicamento também aumenta o risco de defeitos congênitos, quando utilizado por mulheres grávidas e pode causartaquicardia e problemas cognitivos.
Qsymia, anteriormente conhecido como Qnexa, foi desenvolvido pela Vivus Inc. deMountain View, na Califórnia. Ele é a segunda droga aprovada para a obesidade em menos de um mês, após a aprovação do Belviq, da Arena Pharmaceuticals. Antes disso, nenhuma nova prescrição de medicamentos para emagrecer havia sido aprovada em 13 anos, após o Xenical da Roche.
Ambas as medicações, Qsymia e Belviq, foram rejeitadas pelo FDA em 2010, mas os fabricantes voltaram este ano com novos dados. Em fevereiro, o Comitê Consultivo do FDA votou a aprovação do Qsymia.
A terceira droga, o Contrave da Orexigen Therapeutics, também foi rejeitada e agora está sendo testada em um novo ensaio clínico.
Qsymia é uma combinação de dois fármacos existentes, um dos quais é a fentermina, um supressor do apetite. O outro é o topiramato, uma droga indicada também para tratar a epilepsia e a enxaqueca.
Alguns especialistas em obesidade já prescrevem cada componente de Qsymia separadamente.
O FDA sugeriu medidas de segurança para reduzir o risco de efeitos colaterais com a medicação. Todos os pacientes devem começar com uma dose média do fármaco e devem considerar uma dose elevada apenas se não perderem 3% do seu peso corporal após 12 semanas. Caso os pacientes não percam 5% do seu peso após 12 semanas de tratamento, com a dose mais elevada, devem interromper a medicação.
A agência também alerta para que os batimentos cardíacos dos pacientes em uso de Qsymia sejam monitorados regularmente. Mulheres em idade fértil devem fazer teste de gravidez antes de iniciar o Qsymiae todos os meses enquanto estiverem em uso da droga, além de usarem um método contraceptivo eficaz.
no brasil até então há liberação como antiepiléptico
NEWS.MED.BR, 2012. Obesidade: FDA aprova Qsymia para perda de peso. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/pharma-news/309700/obesidade-fda-aprova-qsymia-para-perda-de-peso.htm>. Acesso em: 18 jul. 2012.

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13 de jun. de 2012

Diabetes: ADA, Byetta (exenatida) Melhor como terapia adjuvante

Medical News: ADA: Byetta Tops as Add-On Diabetes Therapy - in Meeting Coverage, ADA from MedPage Today:





Pontos de Ação


  • Note-se que este estudo foi publicado como um resumo e apresentado em uma conferência.Estes dados e conclusões devem ser considerados preliminares até publicado em um jornal peer-reviewed.
  • O agonista do receptor de GLP-1 exenatida (Byetta) foi superior à glimepirida (Amaryl) como uma terapia add-on quando os pacientes com diabetes tipo 2 tinham falhado com metformina.
  • Saliente que os pacientes exenatida também teve queda significativamente maior no peso corporal do que aqueles em glimepirida, mas que os pacientes mais sobre a exenatida apresentaram eventos adversos, em que predominam os efeitos gastrintestinais, como náuseas e diarréia, e interromperam a terapêutica.
adaptado de :http://www.medpagetoday.com/MeetingCoverage/ADA/33169
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24 de jan. de 2012

Lipoaspiração. Conheça mais antes de fazer .

Lipoaspiração. Conheça mais antes de fazer.

post adaptado de :http://www.abc.med.br/p/254920/lipoaspiracao+conheca+mais+antes+de.htm

Será que realmente funciona e quais os perigos da famosa "LIPO" que resolve o problema de auto estima para o verão (principalmente) naquelas mulheres que tem Pneuzinhos que as incomodam há anos e às vezes indissolúveis com dietas, exercícios e tudo mais!!
Lipoaspiração. Conheça mais antes de fazer.
O que é lipoaspiração?
Lipoaspiração é uma operação mediante a qual são removidas as células adiposas e agordura indesejada é retirada de partes localizadas do corpo. A gordura removida de um ponto pode ser injetada em outros, se assim for desejado, conferindo ao corpo uma melhor conformação. Esse procedimento é também chamado de lipoescultura. Contudo, há que se ter em conta que grande parte desta gordura (cerca de 80%) é reabsorvida dentro de um ano.
A gordura corporal pode depositar-se em vários tecidos do organismo, mas a maior parte dela fica no tecidosubcutâneo. Geralmente as cirurgias de lipoaspiração são feitas por motivos exclusivamente estéticos. As partes corporais mais comumente visadas são barriga, mamas, coxas, nádegas, pescoço, queixo (“papos”), flancos (“pneus”), cintura, joelhos e parte posterior dos braços.
Por que e como é feita a lipoaspiração?
A gordura corporal é acumulada nas chamadas células adiposas. A genética determina a maneira como ela é distribuída em nosso corpo. A gordura localizada dificilmente diminui com regimes alimentares ou com exercícios, mesmo que focados nesses locais, e necessita ser artificialmente retirada. O método mais usual de fazer isso é a lipoaspiração. Por ele, a gordura é sugada por um aspirador, através de uma cânula introduzida sob a pele, com o paciente anestesiado.
Dependendo da quantidade de gordura a ser removida e da extensão da área visada, a anestesia pode ser local, peridural ou geral. O prazo de internação geralmente varia entre 12 e 24 horas. O médico é o profissional adequado para fazer essas avaliações.
Deve ficar claro, que a lipoaspiração não é um tratamento para emagrecer, mas como retira uma grande quantidade de gordura do organismo pode melhorar a auto-estima do paciente.
Quais as complicações que podem ocorrer com a lipoaspiração?
A complicação mais comum nas grandes lipoaspirações é o seroma, um acúmulo de líquido claro, semelhante ao plasma, na região da intervenção, formando uma espécie de bolsa d’água. Isso pode ocorrer também em outros tipos de cirurgia e pode ser prevenido pela colocação prévia de drenos ou pela punção do líquido, geralmente sem prejuízo do resultado final da operação.
Outras complicações possíveis são hematomas, infecções, irregularidades cutâneas posteriores, tromboses, acidentes cirúrgicos ou anestésicos e distúrbios hidroeletrolíticos.
ABC.MED.BR, 2012. Lipoaspiração. Conheça mais antes de fazer.. Disponível em: . Acesso em: 19 jan. 2012.

5 de out. de 2011

Anvisa retira anfetaminas do mercado e mantém o registro da sibutramina para tratamento da obesidade


Anvisa retira anfetaminas do mercado e mantém o registro da sibutramina para tratamento da obesidade

Anvisa retira anfetaminas do mercado e mantém o registro da sibutramina para tratamento da obesidade
A Diretoria Colegiada da Anvisa decidiu, nesta terça-feira (4/10), pela retirada dos medicamentos inibidores de apetite do tipo anfetamínico (femproporex, mazindol e anfepramona) do mercado e pela manutenção da sibutramina como medicamento para o tratamento da obesidade, com a imposição de novas restrições.
Os medicamentos femproporex, mazindol e anfepramona terão seus registros cancelados, ficando proibida a produção, o comércio, a manipulação e o uso destes produtos.
O uso dos anfetamínicos está baseado na prática clínica, que é o tipo de evidência menos segura segundo os padrões atuais para registro de medicamentos. Além disso, há evidências de eventos adversos graves. Esses dados justificam a decisão dos diretores.
Em relação à sibutramina, a diretoria da Anvisa decidiu manter o medicamento no mercado com a inclusão de novas restrições para o uso do produto. O relatório apresentado pelo diretor-presidente, Dirceu Barbano, informa que o perfil de segurança da sibutramina é bem conhecido, o que permite que ela possa ser utilizada em determinadas situações e com um monitoramento rigoroso. Uma das restrições que será estabelecida é a descontinuidade do uso da sibutramina em pacientes que não obtiverem resultados após quatro semanas de uso do produto.
Fonte: Anvisa
Leia a reportagem completa em:
NEWS.MED.BR, 2011. Anvisa retira anfetaminas do mercado e mantém o registro da sibutramina para tratamento da obesidade. Disponível em: . Acesso em: 5 out. 2011.

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