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24 de jul. de 2013

Dez principais causas de morte no mundo de 2000 a 2011 pela OMS


OMS divulga as dez principais causas de morte no mundo de 2000 a 2011

OMS divulga as dez principais causas de morte no mundo de 2000 a 2011
Doença isquêmica cardíaca, acidente vascular cerebral, infecçõesrespiratórias inferiores, doença pulmonar obstrutiva crônica,diarreia e HIV/AIDS permaneceram como as principais causas de morte durante a última década. A tuberculose não está mais entre os 10 principais motivos de óbito, mas ainda figura entre as 15 primeiras, sendo responsável pela morte de um milhão de pessoas em 2011.


As doenças crônicas causam aumento do número de mortes em todo o mundo:cânceres de pulmão (juntamente com os tumores malignos de traqueia e brônquio) causaram 1,5 milhão (2,7%) de óbitos em 2011; contra 1,2 milhão (2,2%) de óbitos em 2000. Da mesma forma, a diabetes causou 1,4 milhão (2,6%) de óbitos em 2011; contra 1,0 milhão (1,9%) de óbitos em 2000.
Os acidentes de trânsito custaram cerca de 3.500 vidas por dia em 2011 - cerca de 700 a mais do que no ano de 2000 - tornando-se uma entre as dez maiores causas de morte em 2011. A prematuridade foi responsável por menos 200.000 mortes infantis em 2011, comparado ao ano de 2000, mas permanece entre as dez principais causas.
Em 2011, cerca de 55 milhões de pessoas morreram em todo o mundo. As doenças cardiovasculares mataram quase 17 milhões de pessoas neste ano, ou seja, 3 em cada 10 mortes. Destes, sete milhões de pessoas morreram de doença cardíaca isquêmica e 6,2 milhões de acidentes vasculares cerebrais.
As doenças não transmissíveis são responsáveis por dois terços de todas as mortes no mundo todo em 2011, acima dos 60% em 2000. As quatro principais doenças não transmissíveis são as doenças cardiovasculares, o câncer, a diabetes e as doenças pulmonares crônicas. Coletivamente, as condições maternas, perinatais e nutricionais e as doenças transmissíveis são responsáveis por um quarto das mortes globais, e os ferimentos causaram 9% de todas as mortes.
Tabela OMS - Mortes em 2011
O uso do tabaco é a principal causa de muitas doenças mortais do mundo - incluindo a doença cardiovascular, doença pulmonar obstrutiva crônica e câncer de pulmão. O consumo de tabaco é responsável pela morte de cerca de 1 em cada 10 adultos no mundo inteiro.
Nos países de alta renda, sete em cada 10 mortes são de pessoas com 70 anos ou mais. Predominam mortes por doenças cardiovasculares, câncer, demência, doença pulmonar obstrutiva crônica ou diabetes. Infecçõesrespiratórias inferiores permanecem a única causa infecciosa líder de morte. Apenas 1 em cada 100 mortes é de criança com menos de 15 anos.
Em países de baixa renda, quase 4 em cada 10 mortes são de crianças menores de 15 anos e apenas duas em cada 10 mortes são de pessoas com 70 anos ou mais. Predominam as mortes por doenças infecciosas:infecções respiratórias inferiores, HIV/AIDS, doenças diarreicas, malária e tuberculose; sendo coletivamente responsáveis por quase um terço de todas as mortes nesses países. Complicações do parto, devido à prematuridade, asfixia durante o parto e nascimento e trauma estão entre as principais causas de morte, comprometendo a vida de muitos recém-nascidos e bebês.
Em 2011, 6,9 milhões de crianças morreram antes de completar seu quinto aniversário, a quase totalidade (99%) dessas mortes ocorreram em países de baixa e média renda. As principais causas de morte de crianças com menos de cinco anos foram pneumonia, prematuridade, asfixia durante o parto e trauma de nascimento e doenças diarreicas. A malária ainda é uma doença que mata cerca de 14% dos menores de cinco na África sub-saariana.
Cerca de 43% das mortes em crianças menores de 5 anos, em 2011, ocorreu no prazo de 28 dias após o nascimento - o período neonatal. A causa mais importante de morte foi a prematuridade, responsável por um terço de todas as mortes durante este período.
Fonte: OMS 
adaptado de : NEWS.MED.BR, 2013. OMS divulga as dez principais causas de morte no mundo de 2000 a 2011. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/saude/367834/oms-divulga-as-dez-principais-causas-de-morte-no-mundo-de-2000-a-2011.htm>. Acesso em: 25 jul. 2013.

10 de jan. de 2013

Na contramão : Adultos classificados como Sobrepeso pode ter o risco de mortalidade mais baixa - JAMA 2013


Adultos classificados como Sobrepeso pode ter o risco de mortalidade mais baixa do que os adultos de peso normal 


padrão para sobrepeso (OMS)

A questão do peso ideal de uma perspectiva de saúde é de grande interesse para os médicos e pacientes. Os resultados de estudos que avaliam os riscos de mortalidade que se baseiam no índice de massa corporal (IMC) pode ser difícil de conciliar com o outro devido a diferentes definições de categorias de IMC usados ​​em estudos. Uma recente revisão sistemática de 97 estudos prospectivos avaliaram todas as causas de risco de mortalidade em uma população de mais de 2.880 mil pessoas que utilizam padrão de classificações de peso, tal como definido pela Organização Mundial de Saúde.O peso normal é definido como um IMC 18,5-24,9 kg / m 2 e sobrepeso como IMC 25-29,9 kg / m 2 . A obesidade foi estratificada a 3 classes: classe 1 inclui IMC 30-34,9 kg / m 2 , classe 2 é IMC 35-39,9 kg / m 2 e classe 3 é o IMC ≥ 40 kg / m 2 .

Durante o seguimento variando 3-42 anos, houve mais de 270.000 mortes.Comparado com peso normal, a mortalidade foi reduzida significativamente em pessoas que foram classificados como sobrepeso (índice de risco 0,94, 95% CI 0,91-0,96) na análise de 93 estudos. Não houve diferença significativa na mortalidade comparando o peso normal para a obesidade classe 1, mas a mortalidade foi maior em pessoas com classe 2 ou 3 obesidade (IMC ≥ 35 kg / m 2 ) (razão de risco 1,29, 95% CI 1,18-1,41), em análise de 32 estudos. Em análises de subgrupos de pessoas ≥ 65 anos de idade, o excesso de peso foi mais uma vez associado com redução da mortalidade em relação ao peso normal (índice de risco de 0,9, 95% CI 0,86-0,95), e não houve diferenças significativas na mortalidade comparando peso normal para qualquer categoria de obesidade ( JAMA 2,013 mil 02 de janeiro; 309 (1): 71 ).

Estudos anteriores sugeriram que a mortalidade é mais baixa para o IMC 22,5-25 kg / m 2 e um pouco mais elevada, no extremo inferior do "normal", assim como a níveis mais elevados ( Lancet 2009 Mar 28; 373 (9669): 1083 ). A redução da mortalidade associadas com o excesso de peso neste estudo pode ser devida, em parte, para o intervalo de IMC gama considerada normal pela classificação da OMS. No entanto, estes dados sugerem que as pessoas categorizar como com sobrepeso ou obesos pelo IMC sozinho não pode fornecer uma avaliação válida de risco para a saúde.



texto adaptado de : DynaMed Weekly Update





3 de jul. de 2011

OMS: 10 principais causas de morte no mundo


OMS divulga as dez principais causas de morte no mundo

OMS divulga as dez principais causas de morte no mundo
A Organização Mundial de Saúde divulgou as principais causas de morte no mundo. Estas informações podem ajudar a avaliar a eficácia do sistema de saúde de um país, promover melhorias nas ações de saúde pública e colaborar para a redução das mortes evitáveis.
As tabelas abaixo mostram as principais causas de morte:
Países de baixa renda
Países de baixa rendaMorte em milhões% de mortes
Infecções do trato respiratório inferior1.0511.3%
Diarreias0.768.2%
HIV/AIDS0.727.8%
Doença cardíaca isquêmica0.576.1%
Malária0.485.2%
Acidentes vasculares cerebrais e outras doenças cerebrovasculares0.454.9%
Tuberculose0.404.3%
Prematuridade e baixo peso ao nascer0.303.2%
Asfixia e traumas no parto0.272.9%
Infecções neonatais0.242.6%
Países de renda média
Países de renda médiaMorte em milhões% de mortes
Doença cardíaca isquêmica
5.2713.7%
Acidentes vasculares cerebrais e outras doenças cerebrovasculares4.9112.8%
Doença pulmonar obstrutiva crônica2.797.2%
Infecções do trato respiratório inferior2.075.4%
Diarreias1.684.4%
HIV/AIDS1.032.7%
Acidentes de trânsito0.942.4%
Tuberculose0.932.4%
Diabetes mellitus0.872.3%
Doença cardíaca hipertensiva0.832.2%
Países de alta renda
Países de alta rendaMorte em milhões% de mortes
Doença cardíaca isquêmica1.4215.6%
Acidentes vasculares cerebrais e outras doenças cerebrovasculares0.798.7%
Câncer de traqueia, brônquios e pulmões0.545.9%
Alzheimer e outras demências0.374.1%
Infecções do trato respiratório inferior0.353.8%
Doença pulmonar obstrutiva crônica0.323.5%
Câncer de cólon e de reto0.303.3%
Diabetes mellitus0.242.6%
Doença cardíaca hipertensiva0.212.3%
Câncer de mama0.171.9%
No mundo
No mundoMorte em milhões% de mortes
Doença cardíaca isquêmica7.2512.8%
Acidentes vasculares cerebrais e outras doenças cerebrovasculares6.1510.8%
Infecções do trato respiratório inferior3.466.1%
Doença pulmonar obstrutiva crônica3.285.8%
Diarreias2.464.3%
HIV/AIDS1.783.1%
Câncer de traqueia, brônquios e pulmões1.392.4%
Tuberculose1.342.4%
Diabetes mellitus1.262.2%
Acidentes de trânsito1.212.1%
Fonte: OMS
Veja o documento completo em: The top 10 causes of death
NEWS.MED.BR, 2011. OMS divulga as dez principais causas de morte no mundo. Disponível em: . Acesso em: 30 jun. 2011.

28 de mar. de 2011

Informe IF - Intercâmbio na Unimontes - Dia 8 de Abril

Informe IF - Intercâmbio na Unimontes - Dia 8 de Abril: "Não se esqueçam! o Informe IF acontecerá no dia 8 de Abril às 19h no auditório do Prédio 3 (CCET)






International Federation of Medical Students Associations (IFMSA) é uma instituição suprapartidária e sem fins lucrativos, que possui 95 países membros nos 5 continentes, sendo associada à Organização Mundial de Saúde (OMS) e à Organização das Nações Unidas (ONU). A missão da IFMSA é ampliar o horizonte e o conhecimento dos estudantes de medicina através da promoção de intercâmbios culturais, acadêmicos e científicos, além de incentivar a realização de projetos sociais e campanhas em saúde pública. A IFMSA foi fundada na década de 50 e é hoje a maior organização estudantil do mundo. A IFMSA-Brazil existe há mais de duas décadas e desde então desenvolve cerca de 800 intercâmbios clínicos, cirúrgicos e de pesquisas anualmente, além de projetos em Educação
Médica, Saúde Pública, Saúde Reprodutiva e AIDS e Direitos Humanos. Todo o trabalho é voluntário e realizado por estudantes de medicina em mais de 35 escolas médicas no Brasil.
O Comitê Local da Unimontes foi fundado no ano de 2010, em caráter não-pleno. Até agora, participamos da Semana Nacional de Combate ao AVC e realizamos o Dia Mundial da AIDS e uma Campanha de Doação de Sangue e Medula Óssea. Nesse ano, temos como objetivo expandir nossas ações ainda mais, abrangendo a população de estudantes, pacientes e profissionais da saúde da cidade e região. A partir do próximo ano, se contarmos com o apoio dos docentes e discentes do curso médico da Unimontes, poderemos atuar como Comitê Pleno, recebendo e enviando intercambistas a todos os países membros da IF.
Estamos em busca de uma conquista há tempos sonhada. Para sua consolidação, precisamos do seu apoio. Sabemos que muitos têm dúvidas sobre a IFMSA: como a organização funciona, como podem participar. Portanto, organizamos o “Informe IF” para esclarecer todas as dúvidas e divulgar nossos mais novos planos. Abaixo estão listadas dúvidas que terão suas respostas abordadas no “Informe IF”. Contamos com sua presença.




- Quais são as modalidades de intercâmbio?
- Com quais custos tenho que arcar?
- Qual a duração do intercâmbio?
- Como é feita a seleção para o intercâmbio?
- Como posso receber um intercambista?
- Preciso falar outra língua para tentar o intercâmbio?
- Como posso saber o que o país para onde quero ir requer de mim?
- E se eu não for aprovado no processo seletivo?
- Como posso participar da IFMSA-Brazil?
- Existe limite para quantidade de intercâmbios?
- Até qual período posso tentar o intercâmbio?
- Há programas de residência médica que pontuam intercâmbios?
- É possível realizar um intercâmbio médico com menos de R$ 500,00?


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