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6 de mar. de 2012

medicamentos pelo SUS :quais e como adquirir ? Tabela completa

Você que sempre se pergunta se tal remédio é coberto pelo SUS e quais as condições para adquiri-lo , tem nessa tabela abaixo uma breve ajuda que separa em ordem alfabética os medicamentos e pelo programa do qual faz parte : tal como o Rede Básica , Dose Certa , Alto Custo, Saúde Mental , Farmácia Popular , Remédio em Casa e Programas Especiais.


***acesse o link abaixo para baixar a tabela em pdf:
http://143.107.64.15/arquivos/medicamentosusjan2009.pdf

ou clique aqui

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14 de ago. de 2011

Pouca gente conhece a MPS : Instituto Eu Quero Viver

Pouca gente conhece a MPS: "
A MPS é uma abreviação de Mucopolissacaridose, uma doença metabólica hereditária e rara. Significa que a pessoa nasce com falta ou diminuição das enzimas que digerem os glicosaminoglicanos, antigamente chamados de mucopolissacarídeos.

Por ser desconhecida até mesmo entre profissionais de saúde, a avaliação correta demora a ser feita ou quem precisa do tratamento demora a recebê-lo.

O diagnóstico é feito, normalmente, por um geneticista, após o encaminhamento por outro médico. Para confirmar a doença, realiza-se um exame de sangue para identificar a falta ou a diminuição das enzimas.

O tratamento envolve uma equipe com diversos profissionais, porque a doença acomete vários órgãos. O ideal é procurar centros de atendimento a doenças genéticas. Atualmente são conhecidos sete tipos de MPS.

Tipos de MPS

MPS I – Síndrome de Hurler / Hurler-Scheie / Scheie

MPS II – Síndrome de Hunter

MPS III – Síndrome de Sanfilippo

MPS IV – Síndrome de Mórquio

MPS VI – Síndrome de Maroteaux-Lamy

MPS VII – Síndrome de Sly


Só existe tratamento para os tipos 1, 2 e 6, feito através de terapia de reposição enzimática, por tempo indeterminado. No Brasil, são cadastrados 520 portadores, um dos países com maior população de MPS no mundo.

Todas as informações foram coletadas através do Eduardo Próspero, de 21 anos, que é portador da MPS tipo VI. Dono do blog Dudu e amigos, ele procura disseminar informações, salvar vidas e tem sido fonte de esperança para muita gente.

De mãe para mãe – O que uma mãe deve fazer assim que descobre que o filho tem MPS?

Se o tipo de MPS diagnosticado tiver tratamento (I, II ou VI) e a criança tiver a indicação do mesmo, deve imediatamente entrar em contato conosco (www.apmps.org.br). Se o local onde ela morar tiver associação, a encaminharemos. Caso não tenha, nós faremos a orientação sobre como obter a medicação, que deve ser subsidiada pelo governo federativo. Infelizmente, pelo alto custo, nenhuma família brasileira teria como comprar – informa Regina Próspero, mãe do Dudu.

Custo do medicamento e possível inclusão no SUS

Quando Regina fala em medicamento de alto custo, ela se refere a um custo por volta de 50 mil por mês, ressaltando que depende do peso do paciente, uma vez que a medicação é calculada por ml/kg.

Mas eles sofrem com constante falta de dispensação e chegam a ter pacientes que estão há 3 meses sem receber. Outras vezes o governo fornece para um mês e fica dois meses sem disponibilizar. Como o tratamento é contínuo, o intervalo compromete a melhora já alcançada.

Neste ano, eles já tiveram três grandes falhas no recebimento, sendo a última generalizada – não tinha medicamento para ninguém.

Pedidos não faltam e datam desde 2003, sempre sem previsão de quando a situação se normalizará. Mas graças à internet, você pode ajudá-los a ter acesso garantido ao medicamento. Como?



1. O Instituto Eu Quero Viver precisa obter assinaturas para incluir os medicamentos para tratamento das MPSs na lista de alto custo do Sistema Único de Saúde (SUS).

2. Até agora 11.564 pessoas assinaram, mas é preciso 1 milhão de assinaturas.

3. Para colaborar, basta você enviar a sua e ajudar a divulgar. Assine aqui.

O Dudu quer mostrar que é possível levar uma vida normal, sem grandes limitações. E dividindo essas informações, podemos ajudá-lo a alcançar este objetivo.

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5 de jun. de 2011

Governo paga caro pelo remédio nosso de cada dia


Déficit do Governo no setor de remédios triplica
por Saúde Business Web


MEDEPOP: Governo paga mais uma vez pela falta de educação e tecnologia em nosso país , uma vez que dessa forma não desenvolve o setor produtivo especializado e ao mesmo tempo é obrigado a suprir as necessidades dos pacientes conforme previsto em constituição e como pregam as diretrizes SUSianas.
Mas o pior é que temos cientistas capazes e dispostos a alavancar tal área , o que nos falta é investimento .
Que a Dilma e o Padilha revolucionem essa questão ...afinal queremos não apenas a sobrevivência , mas a qualidade de vida também!!

Ainda que o governo tenha adotado políticas de incentivo ao setor industrial para estimular a produção farmacêutica nacional e ameaçado quebrar patentes, o déficit comercial da área de saúde com remédios e equipamentos triplicou nos oito anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atingindo US$ 10 bilhões. No intuito de reverter esta situação, o governo de Dilma Rousseff prepara medidas que deverão proteger a indústria nacional da concorrência estrangeira. As informações são jornal Estado de S. Paulo.

Os dados do déficit são do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, que nesta semana participa da Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, na Suíça. Segundo a publicação, ele admitiu que, embora os programas de governo tenham estimulado a produção nacional, o País continua dependente da importação de remédios. E afirmou que só em medicamentos o déficit está em torno de US$ 8 bilhões e vem crescendo.
Gadelha atribui parte do problema da explosão do déficit à valorização do real frente ao dólar. Outra explicação é o aumento do consumo de remédios no Brasil e uma demanda por um grupo maior de pessoas. Os esforços de produção, segundo ele, não seguiram o mesmo ritmo.
A emancipação da produção nacional de medicamentos foi uma das bandeiras defendidas pelo governo Lula e deve seguir na agenda da presidente Dilma. Para meados do ano, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, promete a publicação de uma nova lei permitindo que licitações públicas deem vantagens para produtos de alta tecnologia fabricados no País, em detrimento de concorrentes estrangeiros.

Padilha admite que o déficit é ainda um problema. Mas cita os programas de apoio do governo como parte da solução. E diz que o País tem políticas específicas, como parcerias público-privadas, contratos. Além disso, diz que foi aprovada uma lei que permite usar licitação pública para estimular a produção nacional. A ideia é de que, mesmo que o produto nacional seja 25% mais caro que o estrangeiro, ele tenha certos benefícios na concorrência.
Regras
Na Organização Mundial do Comércio (OMC), entidades como os Estados Unidos questionaram as políticas de incentivo do Brasil, insinuanbdo que talvez pudessem violar as regras internacionais.
Por anos o País trabalhou para ter acesso aos remédios que mais pesam na balança comercial do governo. Chegou a quebrar patentes de algumas empresas para produzir versões genéricas locais, que custam 35% menos, em média.
Padilha cita a criação de um novo mecanismo para celerar o registro de remédios genéricos, o que permietiu uma alta de 73% na certificação desses remédios, no primeiro trimestre em 2011, em comparação ao mesmo período de 2010.
De acordo com um relatório divulgado recentemente pela OMS, no entanto, mostra que o governo gasta menos da metade da méda mundial em saúde. em 2008, 6% do orçamento ncional ia para a saúde. No mundo a média é 13%.



adaptado de:
http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=530909013&gid=2623111&type=member&item=54437415&articleURL=http%3A%2F%2Fwww%2Esaudebusinessweb%2Ecom%2Ebr%2Fnoticias%2Findex%2Easp%3Fcod%3D78100&urlhash=YXbw&goback=%2Egde_2623111_member_54437415

19 de abr. de 2011

Saiba como conseguir remédios de alto custo pelo SUS

Saiba como conseguir remédios de alto custo pelo SUS

Advogados mostram o que é necessário fazer até em casos de negativas

Do R7, com Jornal da Record

Getty ImagesGetty Images
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Quem não tem como pagar por remédios ou tratamentos tem o direito, por lei, de recorrer à rede pública de saúde para obtê-los. O SUS (Sistema Único de Saúde) disponibiliza uma lista de 560 medicamentos que são distribuídos gratuitamente em todo o país em unidades de saúde, de acordo com o Ministério da Saúde.

Tais remédios são classificados como “básico” (hipertensão e diabetes, são alguns), “estratégico” (Aids, tuberculose e hanseníase, por exemplo) e “especializado” (ou de alto custo), conforme o tipo de doença.

No caso dos últimos, os remédios nem sempre condizem com os de maior preço, mais são assim chamados pelo nível de complexidade do tratamento, segundo o Ministério da Saúde.

Para não haver mais dúvidas, o R7 consultou o Ministério da Saúde e os advogados especialistas em Direito da Saúde Tiago Matos Farina, diretor jurídico do Instituto Oncoguia e Vinícius de Abreu, representante jurídico da ONG Saúde Legal, que mostram todos os passos necessários para conseguir os medicamentos.

Aprenda a forma certa de pedir os medicamentos

Para solicitar os medicamentos, o paciente deve, primeiramente, estar cadastrado no SUS. Feito isso, ele deve levar alguns documentos à unidade de saúde onde vai fazer o pedido. Vale saber, no entanto, que não é em qualquer unidade que se poderá fazer isso, pois somente em algumas ocorrem a entrega específica de medicamentos de alto custo. Fato que, segundo Abreu, da Saúde Legal, tira a agilidade do processo.

- O certo seria ministrar esses remédios em qualquer posto. Mas existe todo um protocolo que dificulta e as pessoas precisam utilizar outras armas, por vezes jurídicas, para conseguir os medicamentos.

Para entender como isso funciona, leia os dez passos indicados pelos especialistas.

Veja também a matéria do Jornal da Record sobre assunto.

Assista:

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