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10 de jun. de 2011

Programa Farmácia Popular : novos medicamentos , pouca informação


Cinco novos medicamentos entram na lista de distribuição do Programa Farmácia Popular

Por: Paula Laboissière
MEDEPOP:"Mais uma ação de promoção do MS ,porém uma boa pediada em virtude da pouca informação e má formação educativa do brasileiro seriam bulas ou exames com mais informações e personalizadas que informem os risco das doenças crônicas , suas complicações e reações adversas dos seus respectivos tratamentos.Isso seria chamativo e em forma de gráficos ou escalas ou tabelas que demonstrassem em vermelho , verde ou amarelo de acordo com as chances e perfil atual do paciente.
Só dessa forma se consegue adequação ao tratamento e mudança de estilo de vida , afinal já ficou mais que provado que a orientação médica e os estimulos visuais em que o paciente se vê no contexto da doença (personalização) é o que realmente funciona."
Cinco novos medicamentos entram na lista de distribuição do Programa Farmácia Popular
A lista de remédios do Farmácia Popular que são distribuídos de graça é composta de 12 medicamentos que combatem a hipertensão e o diabetes (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
 Cinco novos medicamentos passaram a integrar a lista de remédios encontrados nas unidades do Programa Farmácia Popular – losartana potássica (contra a hipertensão arterial), loratadina (antialérgico), fluoxetina (antidepressivo), clonazepan (ansiolítico) e alendronato de sódio (contra a osteoporose).
De acordo com o Ministério da Saúde, dos cinco medicamentos, apenas o losartana potássica será distribuído de forma gratuita. Os outros quatro terão desconto de 90%. A lista de remédios do Farmácia Popular que são distribuídos de graça é composta de 12 medicamentos que combatem a hipertensão e o diabetes.
Ao todo, 547 unidades administradas pelo governo federal, em 431 municípios brasileiros, fazem a distribuição dos remédios. Na rede privada de farmácias e drogarias, o programa recebe a denominação Aqui Tem Farmácia Popular e oferta gratuitamente 25 medicamentos em 2,5 mil cidades.

Retrovirais

O primeiro medicamento genérico contra aids produzido por um laboratório público brasileiro já está no mercado. O genérico do antirretroviral Tenofovir está sendo produzido pela Fundação Ezequiel Dias, por meio de parceria público-privada (PPP), com o objetivo de reduzir gastos governamentais com medicamentos considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). As informações são da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Atualmente, cerca de 64 mil pessoas portadoras do vírus da aids e 1,5 mil diagnosticadas com algum tipo de hepatite fazem uso do remédio. Com o genérico do Tenofovir, dez dos 20 antirretrovirais oferecidos pela rede pública são fabricados no Brasil.
Os custos de pesquisa para a produção do medicamento ultrapassaram R$ 25 milhões. A estimativa é que a produção nacional do antirretroviral gere uma economia de cerca de R$ 80 milhões por ano aos cofres públicos
Fonte: Agência Brasil

13 de fev. de 2011

Antidepressivo e os Acidentes vasculares encefálicos

Antidepressivo ajuda pacientes de derrame a se recuperarem melhor: "
Um novo estudo descobriu que o antidepressivo fluoxetina (o famoso Prozac) pode facilitar a recuperação de pessoas que sofreram acidente vascular cerebral isquêmico, onde parte do cérebro fica sem sangue devido a um bloqueio.

Esses pacientes muitas vezes acabam parcialmente paralisados, ou com fraqueza muscular severa. Eles precisam de cuidados especiais, uma vez que não conseguem fazer muitas coisas sozinhos.

A fisioterapia é o tratamento padrão para ajudar esses pacientes a reconstruir suas capacidades motoras. Agora, os pesquisadores descobriram que tomar fluoxetina pode facilitar essa recuperação.

O estudo contou com 118 pacientes franceses que haviam sofrido derrame isquêmico agudo. Metade recebeu a droga, um inibidor seletivo de serotonina, com início entre 5 a 10 dias após o evento, e a outra metade recebeu um placebo.

Os que receberam o medicamento tiveram um controle significativamente melhor do seu corpo (ambos membros superiores e inferiores) 90 dias depois do tratamento. Eles também tinham maior probabilidade de recuperar o controle o suficiente para viver de forma independente.

Os pesquisadores acreditam que a fluoxetina ajudou os pacientes a se recuperar reduzindo a inflamação do cérebro e aumentando os níveis de serotonina, um neurotransmissor do sistema nervoso central. Uma hipótese é que uma função primária do sistema serotoninérgico do cérebro é facilitar o rendimento motor.

A descoberta tem um enorme potencial para mudar a prática clínica com pacientes de derrame, mas os cientistas ainda não podem afirmar se a maioria dos pacientes com deficiências motoras após AVC devem ser tratados com a droga. Estudos maiores e mais duradouros são necessários para que essa conclusão seja alcançada.
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