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9 de set. de 2012

Schizophrenia in the Movies

Schizophrenia in the Movies:

Esquizofrenia no Cinema

Deborah Brauser
 04 de setembro de 2012 -
Filmes e outras formas de entretenimento popular desinformação muitas vezes presente e sobre retratos negativos da esquizofrenia, que pode levar a opinião pública confusa, sugere nova pesquisa.
Em uma revisão de mais de 40 filmes contemporâneos que retratam personagens com esquizofrenia, pesquisadores descobriram que a maioria dos personagens mostrou comportamento violento, quase um terço mostrou comportamento homicida, e um quarto de suicídio cometido.
"Eu fui surpreendido em uma série de maneiras pelas nossas descobertas, incluindo que na maioria dos filmes de avaliação, os personagens com esquizofrenia eram caucasianos, sendo a maioria do sexo masculino, que não coincide com a pesquisa real", o autor Patricia R. Owen , PhD, professor do Departamento de Psicologia da Universidade St. Mary, em San Antonio, Texas, disse Medscape Medical News.
"Eu também estava surpreso com a alta taxa de suicídio mostrado eo número que mostrou que pessoas com esquizofrenia como sobrenaturais ou ter habilidades sobrenaturais, o que eu não esperava de todo. E eu não esperava que haveria de referência tanto para medicamentos como tratamento ", disse Owen.
Ela observou, porém, que o elevado número de representações de pessoas com este transtorno como sendo violento não a surpreendeu.
"Não há que grande orçamento-muitos, filmes mainstream que apresentam as pessoas com esquizofrenia. E a maioria dos que têm algumas imprecisões graves. Acho que um desafio para os diretores de Hollywood ou de grande orçamento é fazer filmes mais precisos que também são divertidos . "
Filmes recomendados como ela mostrando uma representação realista e simpática do transtorno incluem The Soloist , lona , e Algumas vozes , com Daniel Craig. Ela também sugeriu Clean, Shaven -, mas como uma ferramenta de ensino e não para o público em geral.
Pesquisadores aplaudem The Soloist , estrelado por Robert Downey Jr. e Jamie Fox, como um retrato realista e simpático da esquizofrenia. Fonte: REUTERS / Danny Moloshok
A revisão foi publicado em uma edição recente do Serviço de Psiquiatria.
Estereótipos e desinformação
"Os críticos de mídia de entretenimento têm indicado que a representação cinematográfica da esquizofrenia são estereotipados", escrevem os investigadores. No entanto, a difusão ea natureza dessa desinformação "são difíceis de determinar por causa da falta de estudos de base empírica" ​​de filmes que retratam esta desordem, acrescentam.
Ainda assim, eles observam que a representação de um "paciente psiquiátrico virou maníaco homicida" está se tornando um personagem comum nos filmes de terror de hoje.
Isto acontece mesmo que pesquisas anterioresmostraram que pacientes com graves transtornos psiquiátricos, como a esquizofrenia, são mais propensos a ser vítimas de atos de violência, em vez de aqueles que as realizam.
"Eu sou um psicólogo clínico, e um monte de minha formação foi com pessoas com esquizofrenia. Também ensinar um curso sobre psicologia anormal e queria encontrar alguns filmes populares para ilustrar a minha classe o que a condição é semelhante. E eu vim curto. Ao invés disso, eu vim com alguns exemplos de como realmente pobres Hollywood foi retratar a esquizofrenia ", explicou o Dr. Owen.
"Eu também estava surpreso que muitos dos alunos da minha turma estavam confusos sobre o que alguns dos sintomas da doença foram e que eles estavam confundindo-o com dupla personalidade. E eu aprendi que eles tem essas impressões da mídia. Então me propus para descobrir o que estava acontecendo no cinema ", disse ela.
Para esta revisão, dois pesquisadores analisaram dados de Inglês de língua filmes lançados nos cinemas entre 1990 e 2010, que contou com pelo menos um personagem que tinha esquizofrenia. Um total de 42 caracteres com os critérios de reunião de um diagnóstico de esquizofrenia foram encontrados em 41 filmes.
Os pesquisadores avaliaram os sintomas e os tratamentos utilizados por esses caracteres, bem como causas de quaisquer estereótipos e mostrado.
Violência Overexaggerated
Os resultados mostraram que 79% dos personagens retratados com esquizofrenia eram homens e 95% eram brancos. Os retratos minoritários foram apenas de 2 homens negros.
Além disso, "a maioria dos personagens apresentados sintomas positivos da esquizofrenia", escrevem os investigadores.
Estes incluem delírios bizarros (indicados por 67% dos caracteres), alucinações auditivas (mostrado em 62%), e alucinações visuais (mostrado por 52%).
Outras descobertas incluem o seguinte:
  • 83% apresentaram comportamento violento para com os outros;
  • 31% apresentaram comportamento homicida;
  • 69% participaram de alguma forma de auto-mutilação e
  • 24% cometido suicídio durante a história.
Curiosamente, 7 dos personagens com esquizofrenia foram retratados como sendo dotados ou como tendo um talento notável, tal como na matemática ( Uma Mente Brilhante ), música ou arte, e cinco personagens foram mostrados como tendo habilidades paranormais ou experiências com fenômenos sobrenaturais.
Medicamentos psicotrópicos foram o tratamento mais comum mostrado (em 55% dos filmes), mas a psicoterapia e terapia de grupo também foram retratados. O mito de que "o amor pode curar tudo" - incluindo a esquizofrenia - foi mostrado em 24% dos filmes.
Fatores causais da doença não foi observado em 74% dos filmes, mas 10 filmes que implicam ou afirmar que um acontecimento traumático foi um contribuinte.
"Os filmes contemporâneos avaliação por este estudo ambos apoiados e refutou os estereótipos e equívocos sobre a esquizofrenia", escrevem os investigadores.
Por exemplo, as taxas de suicídio entre pacientes com transtorno apenas a faixa de 10% a 16%, e os negros têm maiores taxas da doença do que outros grupos raciais.
No geral, os resultados ressaltam "a importância de determinar como os espectadores interpretar as mensagens da mídia e como essas interpretações informar atitudes e crenças tanto do público em geral e das pessoas com esquizofrenia", acrescentam.
Dr. Owen observou que alguns filmes, tais como as listadas anteriormente, dão um quadro realista dos desafios que as pessoas com este rosto desordem e que pode ser realmente útil para os clínicos sugerem que os pacientes e suas famílias assistir a esses filmes - especialmente O Solista e lona . O último filme mostra uma protagonista feminina com esquizofrenia que é casado com uma criança e que lida com uma variedade de dinâmicas familiares.
"O importante para o público é saber que estas não são as pessoas ao medo, mas você deve ter empatia por eles. E a associação da violência com esquizofrenia é overexaggerated nos filmes", disse ela.
"Se os filmes e os meios de comunicação podem reforçar e perpetuar estereótipos e desinformação sobre a esquizofrenia ou doença mental séria, então eu acredito que a mídia também pode corrigir essa desinformação para facilitar a empatia. E pessoas envolvidas com a mídia deve estar alerta para o potencial que eles têm. "
Dr. Owen não declarou relações financeiras relevantes.
Serv Psychiatr. 2012; 63:655-659. Resumo

artigo adaptado de :http://www.medscape.com/viewarticle/770292


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2 de mar. de 2012

Webmeeting 08 março:Esquizofrenia

para mais detalhes acesse :http://www.expertsonline.com.br/index.asp




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1 de ago. de 2011

Ciência e Saúde - Mediunidade ou esquizofrenia?


Mediunidade ou esquizofrenia? Em tempos de transtornos mentais na moda um estudo do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora investiga diferenças entre a experiência espiritual e o transtorno mental


Belo Horizonte — Ter visões, escutar vozes e sentir a presença de seres não visíveis são consideradas manifestações de mediunidade (capacidade humana que permite a comunicação entre humanos e espíritos), mas também podem ser interpretadas como sintomas de esquizofrenia (doença mental caracterizada por alucinações). Diferenciar uma coisa da outra é o objetivo de um estudo desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (Nupes) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

“Infelizmente, muitas vezes pessoas portadoras de transtornos mentais abandonam seus tratamentos médicos pensando ter apenas experiências espirituais, o que é um erro que deve ser evitado, pois podem haver graves consequências para os pacientes”, observa o orientador da pesquisa e diretor do Nupes, Alexander Moreira-Almeida. Denominada Um estudo prospectivo para o diagnóstico diferencial entre experiências mediúnicas e transtornos mentais, a investigação teve início em abril do ano passado e está na fase de coleta de dados, com conclusão prevista para o fim de 2011.

O trabalho faz parte da tese de doutorado em saúde brasileira do também professor da UFJF Adair Menezes Júnior. “A pesquisa investiga a mediunidade em um contexto espírita, não pretendendo fazer comparações com vivências semelhantes que ocorrem em outros grupos religiosos”, delimita.

A metodologia prevê a avaliação de 100 pessoas que, ao buscar ajuda em centros espíritas, são identificadas como médiuns pelos atendentes. Os indivíduos são submetidos a entrevistas que avaliam diversos aspectos psicológicos e psiquiátricos. Depois de um ano, as mesmas pessoas são entrevistadas novamente para avaliar como foi a evolução de suas vivências e das variáveis psicológicas e psiquiátricas investigadas.

“A mediunidade está presente ao longo da história em praticamente todas as civilizações, com registros de fazer parte da base de grande parte das religiões. Sendo assim, é uma experiência humana que precisa ser melhor investigada”, justifica Alexander Almeida.

Critérios
Com base em pesquisas anteriores com médiuns e em uma ampla revisão da literatura, os pesquisadores identificaram nove critérios que podem ser úteis na diferenciação entre uma experiência espiritual saudável e um transtorno mental.

São eles: ausência de sofrimento psicológico, ausência de prejuízos sociais e ocupacionais, duração curta da experiência, atitude crítica (ter dúvidas sobre a realidade objetiva da vivência), compatibilidade com o grupo cultural ou religioso do paciente, ausência de comorbidades (coexistência de doenças ou transtornos), controle sobre a experiência, crescimento pessoal ao longo do tempo e uma atitude de ajuda aos outros.

A pesquisa do Nupes é uma continuidade de outro trabalho do professor Alexander. Em 2001, ele verificou a saúde mental de 115 médiuns espíritas de nove centros espíritas selecionados aleatoriamente na cidade de São Paulo.

Eles foram entrevistados com base em questionários psiquiátricos padronizados, desenvolvidos pela Organização Mundial de Saúde. O estudo concluiu que os médiuns apresentaram baixa prevalência de problemas psiquiátricos e bom ajustamento social, com alta escolaridade e baixo desemprego.

Além disso, o trabalho evidenciou que a maioria dos médiuns teve o início de suas manifestações mediúnicas na infância e estas, na fase adulta, se caracterizam por vivências de influência ou alucinatórias que não necessariamente implicam diagnóstico de esquizofrenia. Outra conclusão importante da pesquisa é que a mediunidade se constitui numa vivência diferente do transtorno de personalidade múltipla.

Psicografia
Em 2008, em parceria com o Centro de Espiritualidade e da Mente, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, os pesquisadores do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade da UFJF captaram imagens do cérebro de médiuns em dois momentos distintos: durante o ato de psicografar (capacidade atribuída a certos médiuns de escrever mensagens ditadas por espíritos) e ao escrever um texto de própria autoria, fora do estado mediúnico.

“O objetivo desse estudo é determinar se a psicografia está associada a alterações específicas na atividade cerebral e buscar compreender melhor a experiência mediúnica, identificando o padrão de ativação das diversas áreas cerebrais durante a psicografia”, explica Alexander. Foram avaliados 10 médiuns sem transtornos mentais e com experiência em psicografia. Eles foram submetidos a uma tomografia. Os resultados da pesquisa serão publicados nos próximos meses.

adaptado de : http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2010/06/21/interna_ciencia_saude,198624/index.shtml

31 de jan. de 2011

Esquizofrenia – Legendado

Esquizofrenia – Legendado: "
34eagsx Esquizofrenia   LegendadoNome Original: Keane

Direção: Lodge Kerrigan

Lançamento: 2010

Duração: 88 Min

Qualidade: DVDRip

Áudio: 10

Vídeo: 10

Formato: AVI

Tamanho: 720 Mb

Ídioma: Português / Inglês

Legenda: Baixar

bt download Esquizofrenia   Legendado

Megaupload





Sinopse: Este longa-metragem tem como ponto forte seu roteiro, que ilude o espectador a cada minuto, dando pistas falsas e apresentando becos sem saída. A trama gira em torno de um homem que perdeu sua filha em um terminal rodoviário, procurando desesperadamente por ela no local. Porém, como ele foi diagnosticado com esquizofrenia, o público sempre fica em dúvida se o que está vendo na tela é real ou fruto da imaginação doentia do personagem.


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