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28 de out. de 2012

Podcast Café Brasil 321 - Me engana que eu gosto

15 de dez. de 2011

A privataria tucana - Amaury Ribeiro Jr. (2011):verdade ou resposta petista

A privataria tucana - Amaury Ribeiro Jr. (2011).rar:
acesse o link abaixo:

**link de responsabilidade e retirados de http://www.google.com.br/url?q=http://vinicius.soylocoporti.org.br/download-do-livro-a-privataria-tucana/&ust=1323975185850093&usg=AFQjCNFLblxiFKijk289VgyKo0ztX_p9bw

E confira o livro que causa polêmica no cenário politico do fim de ano , que para alguns é a resposta do governo Dilma , mas para muitos outros é simplesmente a ponta de uma nova fase de cobertura da imprensa sem censura e imparcial , se é que isso é possível nos dias em que a mídia depende mais do que nunca dos patrocínios e reportagens paga para viver , já que a internet em seu cunho democrático intrinseco já não permite mais tal forma de controle e manipulação.
'via Blog this'

1 de set. de 2011

Vergonha :Ministério da Saúde controla mal seus gastos, diz TCU

Ministério da Saúde controla mal seus gastos, diz TCU:
Mais uma vez comprovada a ineficácia do governo em gerir o dinheiro da saúde e ainda dizem em estatizar todos hospitais ?!


Auditoria identificou gastos de 14,4 milhões de reais para tratamento de mortos

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Jorge afirmou que o sistema de controle de gastos do Ministério da Saúde é um dos mais frágeis da Esplanada. Ele é relator de uma auditoria que identificou o pagamento de 14,4 milhões de reais para tratamento de pacientes mortos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
 
"É muito fácil encontrar irregularidades no sistema de pagamento da pasta. Basta procurar", afirmou José Jorge. Como exemplo, citou outra investigação do TCU, divulgada em 2010, que constatou a venda de remédios no programa Aqui Tem Farmácia Popular, do governo federal, para pelo menos 17.000 mortos. "Está na hora de oferecer um sistema mais seguro." 
 
A fiscalização do TCU identificou 9.000 pagamentos de internações e procedimentos de alta complexidade de pessoas que estavam mortas. Havia a cobrança de outros 860 procedimentos referentes a pacientes que morreram durante a internação. Os pagamentos foram feitos entre junho de 2007 e abril de 2010.
 
Diante das irregularidades, o TCU recomendou que a pasta desenvolva um sistema de informática com ferramentas que impeçam a cobrança de procedimentos em pessoas que morreram. A diretora do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistema da pasta, Maria do Carmo, em entrevista concedida na segunda-feira ao jornal Estado de S.Paulo, afirmou que as recomendações já são adotadas pelo ministério. 
 
De acordo com Maria do Carmo, o sistema é aprimorado constantemente - o que dificultaria, mas não reduziria a zero, o risco de fraude. Para Jorge, no entanto, a explicação não convence. "Não se trata de um hacker, uma pessoa com grande habilidade em informática que conseguiu fazer isso. Há casos em todo o país, o que reforça a ideia de que há falhas de segurança no sistema.” O ministério não se manifestou sobre as declarações do ministro do TCU.
 

19 de abr. de 2011

Beco sem saída: Justiça bloqueia bens do prefeito de Januária/MG

Beco sem saída: Justiça bloqueia bens do prefeito de Januária/MG: "
Fábio Oliva

Colaboração para O Norte

Justiça de Januária, no Norte de Minas, bloqueou contas bancárias e outros bens do prefeito e advogado Maurílio Neris de Andrade Arruda (PTC) e mais seis pessoas. A decisão foi tomada pelo juiz Ronaldo Souza Borges no dia 25 de fevereiro, mas só agora divulgada. O juiz deixou para apreciar o pedido de afastamento de Arruda do cargo de prefeito posteriormente. Arruda é acusado pelo Ministério Público de Minas Gerais de envolvimento em fraude a uma licitação no valor de R$ 147,1 mil, realizada para implantação de novas placas de trânsito na cidade. A ação civil pública nº. 0005068-22.2011.8.13.0352 foi ajuizada em 26 de janeiro deste ano e resulta de um inquérito civil público instaurado pelo Promotor de Justiça Felipe Gomes Araújo.

Junto com Arruda, também tiveram bens bloqueados os demais envolvidos na fraude. Quatro são membros da comissão de licitação: Sônia Maria Pereira Soares, Alessandra Silva de Oliveira, Heloísio Martins Gonçalves e o advogado que assessora a comissão, José Eustáquio da Silva. Além desses, também são acusadas de envolvimento na fraude as empresas SITRA Engenharia de Transporte e Trânsito Ltda, da empresária Ivana Colen Brandão, de Montes Claros, e a Persinal Ltda, de Belo Horizonte.



BLOQUEIO

Além de determinar o bloqueio de bens dos envolvidos no valor de R$ 109,5 mil, o juiz Ronaldo Souza Borges suspendeu o contrato e os aditivos celebrados entre a prefeitura de Januária e a empresa SITRA. Sustenta o Ministério Público que o procedimento licitatório "teria sido direcionado para que a empresa SITRA fosse a vencedora, sendo as suas sócias pessoas próximas ao Prefeito Municipal Maurílio Neris de Andrade Arruda, prestando-lhe inclusive auxílio antes da posse".

De acordo com o Ministério Público tudo teria sido feito para favorecer a empresa das amigas de Arruda.

- Há indícios de que o projeto básico da licitação não teria atendido a Lei de Licitações, restringindo-se a uma planilha para colheita de orçamento - menciona o juiz. Além disso, segundo o MPMG, "há indicação de que a utilização da modalidade licitatória de carta convite tenha sido proposital", e que o montante orçado para a licitação (R$ 149.966,78) teria sido estabelecido a fim de evitar modalidade de licitação mais complexa, exigível a partir de R$ 150 mil.

Conforme o MPMG, "o edital de licitação não exigiu habilitação técnica e financeiras das empresas licitantes". Isso teria sido proposital, para favorecer a empresa das amigas de Arruda, que até a data da licitação não possuía registro junto ao CREA/MG - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.



INVESTIGAÇÕES

O Ministério Público não tem dúvidas de que, durante a licitação, "houve fraude, inclusive com falsificação de ata de reunião, bem como de recibo de entrega da carta-convite". Apenas para ilustrar, o MPMG disse que o CPF aposto no recibo da carta-convite entregue à empresa SITRA é, na verdade, do advogado José Eustáquio da Silva, que posteriormente passou a prestar assessoria jurídica à prefeitura de Januária.

Durante as investigações, o Ministério Público descobriu também que o serviço de instalação de novas placas de transito na cidade não teria sido prestado pela empresa vencedora da licitação, a SITRA, mas pela empresa que perdeu, a Persinal Ltda. Há indícios ainda de que a Persinal tinha conhecimento de que, perdendo ou ganhando a licitação, seria ela quem instalaria as placas. Uma semana antes da licitação funcionários da Persinal já estavam hospedados no Hotel Rondônia, em Januária, com as placas de trânsito que seriam instaladas após o certame licitatório. Além disso, parte da quantia recebida pelo contrato a SITRA repassou a sócio da Persinal.
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