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27 de jan. de 2013

Residência médica em Cancerologia Cirurgica , com parceria da Funorte


Dilson Godinho e Funorte abrem residência médica:

O Hospital Dilson Godinho em parceria com a Funorte abre inscrições para a seleção de candidatos ao preenchimento de duas vagas no programa de residência médica em Cancerologia Cirúrgica, credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM.
As inscrições vão ter início no próximo dia 4, e se estenderão até o dia 13 de fevereiro. A prova prática será realizada no dia 17/02, com previsão de divulgação do resultado final dia 27/02. O início da residência está prevista para 1º de março.
Para realizar a inscrição, o candidato deverá acessar o site  www.aremg.org.br, no link processo seletivo. A taxa de inscrição é de R$ 150,00. O processo seletivo será realizado em duas etapas. A primeira será uma prova de conhecimentos específicos sobre Cirurgia Geral , no valor de 90 pontos e a 2ª será análise curricular com valor de 10 pontos.
Os candidatos devem concluir a residência em Cirurgia Geral ( pré requisisto ) credenciada pelo CNRM/MG até 28/02.
Mais informações sobre o processo poderão ser solicitadas através do e-mail claudiohrgomes@uol.com.br. O edital está disponível no site da Funorte www.funorte.com.br, do Hospital Dílson Godinho e no site www.aremg.org.br.


post adaptado de : http://www.onorte.net/noticias.php?id=42183

22 de out. de 2012

Programa de Residência Médica abre 31 vagas para várias especialidades

Programa de Residência Médica abre 31 vagas para várias especialidades:

Programa de Residência Médica abre 31 vagas para várias especialidades

foto médico
Residência Médica. Inscrições seguem até o dia 24 de outubro (Foto: Comofas)


Abertas as inscrições para o Programa de Residência Médica do Hospital Universitário Clemente de Faria. De acordo com o edital são oferecidas 31 vagas em diferentes áreas como anestesiologia, cirurgia geral, clínica médica, obstetrícia e ginecologia, otorrinolaringologia, pediatria, psiquiatria, medicina de família e comunidade e geriatria. O programa de residência está credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM/MEC).
A principal novidade no programa é a unificação da prova, por meio Processo Seletivo Unificado que dá oportunidade a outras instituições de ensino superior do Estado a participarem do programa. Daí o motivo da realização das provas em Belo Horizonte. Vale lembrar ainda que a escolha do local de trabalho deverá ser efetivada no ato de inscrição. As inscrições seguem até o dia 24 de outubro e para isso o candidato deverá acessar a página www.aremg.org.br no link “Processo Seletivo”, criar login e senha e preencher o formulário de inscrição. 
A primeira etapa do processo consiste em avaliação escrita. Os candidatos aprovados para a segunda etapa terão o currículo analisado por meio de formulário próprio. Artigos publicados e o domínio de línguas estrangeiras também serão contabilizados para pontuação. 
Além da Universidade Estadual de Montes Claros, participam do Programa, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Hospital Universitário Odilon Peres e a Universidade de Uberaba (UBE), entre outras instituições. 
O resultado será publicado no dia 31 de janeiro de 2013. Mais informações na Unidade de Residência Médica do Hospital Universitário pelo telefone (38) 3224-8373 (de 7 às 18 horas).

adaptado de : http://portal.unimontes.br/index.php/todas-as-noticias/9021-programa-de-residencia-medica-abre-31-vagas-para-varias-especialidades-

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11 de set. de 2012

UNIFESP : Inscrições abertas para residência médica 2013

Edital Acesso Direto e Especialidades I - 2013:
Edital de Processo Seletivo para Residência Médica - 2013


A Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP torna público que realizará processo seletivo para preenchimento de vagas de médicos residentes de 1º ano (R-1), 3º ano (R-3) e 4º ano (R-4), de seus programas de Residência Médica, devidamente credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) do MEC, para o ano 2013, segundo os critérios abaixo.


acesse esse link para ver o edital completo : http://www.proex.unifesp.br/coexrem/docs/processoseletivo/2013/acesso_direto_e_especialidades_2013.htm


I-INSCRIÇÕES:
1- DATA: 24/09/2012 a 24/10/2012, somente via on-line (Internet) no site http://www.proex.unifesp.br (item Residência Médica).
2- Para inscrever-se o interessado deverá:
a- ler o Edital e as informações gerais sobre cada Programa de Residência Médica clicando no Inscreva-se correspondente, no quadro contendo as opções dos programas;
b- preencher o formulário de inscrição e transmitir os dados pela Internet;
OBS: Caso não consiga efetivar sua inscrição via on-line, a Câmara Técnica de Extensão da Escola Paulista de Medicina disponibilizará aos candidatos os meios necessários para a inscrição on-line, no horário entre 09h e 16h  (horário de Brasília), dias úteis, de 24/09/2012 a 24/10/2012, no seguinte endereço: Rua Pedro de Toledo, 650 - 2º andar - Vila Clementino - São Paulo – SP, CEP 04039-002.
c- pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) utilizando o boleto disponível on-line, no ato da inscrição, e manter o comprovante de pagamento até o final do processo seletivo.
3- Serão indeferidas as inscrições realizadas após o dia 24/10/2012.
4- Em nenhuma hipótese será devolvida a taxa de inscrição.
5- As inscrições deverão ser feitas para os Programas de Residência Médica e em nenhuma hipótese serão aceitos pedidos de mudança de opção de Programa de Residência Médica.
6- A inscrição implicará no conhecimento e completa aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital.
7- O candidato ao se inscrever, estará declarando sob as penas da lei que, após seleção no processo e no ato da matrícula, irá satisfazer as condições exigidas para cursar o programa de Residência Médica.
8- A inscrição e aprovação no processo seletivo não garantem a efetivação da matrícula do candidato no programa de Residência Médica pretendido. Tal efetivação estará condicionada a apresentação do registro no Conselho Regional de Medicina do Estado e outros documentos relacionados no item matrícula (Resolução CNRM nº 04/2007).
9- O candidato, portador de deficiência ou não, que necessitar de atendimento especial para a realização da prova deverá solicitá-lo e indicar os recursos especiais necessários e, ainda, enviar, até quinze dias antes da data do início do Processo Seletivo, impreterivelmente, via SEDEX, à Comissão de Exames de Residência Médica (Rua Botucatu, 740 - térreo -Vila Clementino - São Paulo - SP, CEP 04023-900), o laudo médico que justifique o atendimento especial solicitado. Após esse período, a solicitação será indeferida, salvo nos casos de força maior e nos que forem de interesse da Administração Pública. A solicitação de condições especiais deverá ser atendida segundo os critérios de viabilidade e de razoabilidade. A relação dos candidatos que tiveram o seu atendimento especial deferido será divulgada pela Comissão de Exames.
10- A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização da prova, além de solicitar atendimento especial para tal fim, deverá levar um acompanhante, que ficará em sala reservada para essa finalidade e que será responsável pela guarda da criança. A candidata que não levar acompanhante não realizará a prova.
11- Conforme Resolução CNRM 02/2005, artigo 56, é vedado ao médico residente: repetir programas de Residência Médica em especialidades que já tenha anteriormente concluído e realizar programa de Residência Médica em mais de duas especialidades diferentes. É permitido ao Médico Residente cursar apenas uma área de atuação em cada especialidade.

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18 de out. de 2011

Atualização dos critérios do processo seletivo de Residência Médica


SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA
RESOLUÇÃO No- 3, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011

Dispõe sobre o processo de seleção pública
dos candidatos aos Programas de Residência
Médica.
O Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica,
no uso das atribuições que lhe conferem o Decreto 80.281, de
05/09/1977 e a Lei 6.932, de 07/07/1981, e:
CONSIDERANDO que há necessidade de atualizar os critérios
do processo seletivo para ingresso nos Programas de Residência
Médica, referentes à aquisição de habilidades necessárias ao desenvolvimento
de atividades essenciais para uma boa formação e prática
médica;
CONSIDERANDO que a avaliação das habilidades e comportamentos
constitui elemento essencial à seleção do candidato; e,
CONSIDERANDO que as diretrizes curriculares nacionais
para o curso de graduação em Medicina estabelecem a formação de
um profissional inserido no Sistema Único de Saúde, com senso de
responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor
da saúde integral do ser humano, resolve:
Art. 1º Os candidatos à admissão em Programas de Residência
Médica (PRM) deverão submeter-se a processo de seleção
pública que poderá ser realizado em duas fases, a escrita e a prática.
Art. 2º A primeira fase será obrigatória e consistirá de exame
escrito, objetivo, com igual número de questões nas especialidades de
Clínica Médica, Cirurgia Geral, Pediatria, Obstetrícia e Ginecologia e
Medicina Preventiva e Social, com peso mínimo de 50% (cinqüenta
por cento).
Art. 3º A segunda fase, opcional, a critério da Instituição,
será constituída de prova prática com peso de 40% (quarenta por
cento) a 50% (cinqüenta por cento) da nota total.
§ 1º O exame prático será realizado em ambientes sucessivos
e igualmente aplicado a todos os candidatos selecionados na primeira
fase, envolvendo Clínica Médica, Cirurgia Geral, Pediatria, Obstetrícia
e Ginecologia e Medicina Preventiva e Social.
§ 2º Serão selecionados para a segunda fase os candidatos
classificados na primeira fase, em número mínimo correspondente a
duas vezes o número de vagas disponíveis em cada programa, podendo
cada Instituição, a seu critério, ampliar essa proporção.
§ 3º Em caso de não haver candidatos em número maior que
o dobro do número de vagas do programa, todos que obtiverem nota
mínima na prova escrita, conforme especificado no edital, serão indicados
para a prova prática.
§ 4º A prova prática deverá ser documentada por meios
gráficos e/ou eletrônicos.
Art. 4º A critério da Instituição, 10% (dez por cento) da nota
total poderá destinar-se à análise e à argüição do currículo.
Art. 5º Para as especialidades com pré-requisito e áreas de
atuação, o processo seletivo basear-se-á exclusivamente nos programas
da(s) especialidade(s) pré-requisito.
Art. 6º Para os anos adicionais, o processo seletivo basearse-
á exclusivamente no programa da especialidade correspondente.
Art. 7º A nota total de cada candidato será a soma da pontuação
obtida nas fases adotadas no processo seletivo.
Art. 8º O candidato que tiver participado e cumprido integralmente
o estabelecido no Programa de Valorização do Profissional
da Atenção Básica, receberá pontuação adicional na nota total
obtida nas fases descritas nos artigos anteriores, considerando-se o
seguinte critério:
a)10% (dez por cento) da nota total para quem concluir 1
(um) ano de participação no programa;
b)20% (vinte por cento) da nota total para quem concluir 2
(dois) anos de participação no programa.
Parágrafo único. A pontuação adicional de que trata este
artigo não poderá elevar a nota final do candidato para além da nota
máxima prevista pelo edital do processo seletivo.
Art. 9º O exame prático poderá ser acompanhado por observadores
externos à Instituição que, neste caso, serão indicados pela
Comissão Nacional de Residência Médica ou pela Comissão Estadual
de Residência Médica.
Art. 10 Os critérios estabelecidos nesta Resolução deverão
constar explicitamente do edital do processo de seleção pública de
cada instituição.
Art. 11 Os médicos matriculados no primeiro ano de Programa
Residência Médica devidamente autorizado pela CNRM e selecionados
para participar do Programa de Valorização do Profissional
da Atenção Básica do Governo Federal poderão solicitar o trancamento
de sua matrícula no PRM pelo período de um ano.
Parágrafo único. Aplica-se à situação descrita no caput deste
artigo o que está estabelecido na Resolução CNRM nº 01/2005.
Art. 12 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação,
revogando-se a Resolução CNRM Nº 008/2004 e demais
disposições em contrário.

12 de ago. de 2011

Medicina : Residência é o segundo vestibular

Residência é o segundo vestibular de quem escolhe Medicina

Provas de seleção para especialização médica têm alta concorrência e taxas de inscrição que passam dos R$ 600

Marina Morena Costa, iG São Paulo


Como se não bastasse ser  a carreira mais concorrida em vestibulares do Pais –, e os longos 6 anos na faculdade ,  tem mais uma peneira pela frente: os concursos de acesso à residência médica – pós-graduação que especializa o médico em uma determinada área. A concorrência é acirrada e nesta etapa as taxas de inscrição encarecem, variam entre R$ 300 e R$ 600.


Ao terminar a faculdade, o profissional pode atuar como médico generalista em hospitais ou unidades básicas de saúde, no Programa Saúde da Família (PSF), com salários que chegam a R$ 9 mil. Se ele quiser aprofundar os estudos e desempenhar uma especialidade, como cirurgia, ortopedia, psiquiatria, etc., precisa ingressar em um programa de residência, que oferece bolsa mesal de R$ 2.384, por um período de dois anos. Os famosos salários altos só são conquistados depois de concluída a residência.
Segundo dados do Ministério da Educação (MEC), em 2010, foram oferecidas 11.263 vagas de ingresso em 3.514 programas de residência credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). No ano anterior, se formaram 11.881 profissionais em cursos de Medicina. Apesar dos números não serem discrepantes, forma-se um o funil, porque a maioria dos médicos prefere fazer residência em hospitais universitários públicos, centros de referência em pesquisa, tecnologia e ensino.
Concorrência acirrada
Nos hospitais universitários públicos de São Paulo, administrados pela USP, Unicamp, Unesp, Santa Casa e Unifesp, a concorrência pelas especialidades mais disputadas, como Dermatologia e Neurocirurgia, chega a 30 candidatos por vaga. Número próximo ao registrado na Fuvest para ingresso no curso de Medicina da USP: 49.


Foto: Marina Morena Costa Ampliar
Farize Murad estuda há dois anos para passar em um programa de residência em Dermatologia
Farize Murad, de 25 anos, se formou em 2009 na Universidade de Santo Amaro (Unisa), instituição particular. Há dois anos ela estuda no cursinho preparatório para médicos SJT para ingressar na residência em Dermatologia de um hospital público. “A concorrência é muito grande. Estudei na faculdade mais as doenças, não como descobrir o que o paciente tem, que é o que as provas exigem”, diz.
No 6º e último ano de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), Ronan Cipolla Hoffmann, de 25 anos, resolveu fazer cursinho ao perceber que seus colegas ingressaram no preparatório ainda no 5º ano. “Medicina é difícil em todos os aspectos: entrar, cursar – estudo integral e exigente, livros caros –, pagar – a minha mensalidade está em R$ 3,8 mil – e depois ainda tem a residência”, enumera. Para ele, o cursinho funciona como uma grande revisão, que resgata conceitos vistos desde o 1º ano de forma “organizada”.
Raimundo Araújo Gama, coordenador acadêmico do SJT, afirma que alguns estudantes chegam a desistir da especialidade que pretendiam por causa da concorrência acirrada. “São poucas vagas para um grande número de alunos que deseja fazer residência. Algumas especialidades são muito concorridas e oferecem menos de seis vagas”, destaca.
Já Henrique Ribeiro, 25 anos, residente do primeiro ano de Psiquiatria no Hospital das Clínicas (USP), não teve dificuldades. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, ele foi aprovado "de primeira" na residência da instituição onde estudou e da USP. “Passei sem fazer cursinho, mas estudei bastante e usei o material deles, que amigos me emprestaram”, conta. Henrique afirma que foi um dos únicos de sua turma de 96 alunos a rejeitar um curso preparatório: “Queria me testar”.


Foto: Marina Morena Costa Ampliar
Ronan Hoffmann quer se especializar em cirurgia-geral e começou o cursinho no último ano de Medicina
Apesar de conhecer os professores, profissionais e todo o funcionamento da Santa Casa, Henrique preferiu fazer residência no Hospital das Clínicas. O porte do maior hospital do País e a tradição na área de psiquiatria foram decisivos para a escolha.
Professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos responsáveis pela seleção de residentes, Heráclito Barbosa de Carvalho afirma que os processos seletivos não são difíceis. O problema é a falta de vagas para especialização. “Muitas faculdades particulares não oferecem residência médica, não têm hospitais próprios e fazem convênios. Quando os alunos se formam, procuram os hospitais públicos”, explica.
Jornada “puxada”
Amanda Freitas, de 24 anos, está no 3º ano de Medicina da Santa Casa, e conta que a residência é uma preocupação desde o vestibular. Após se formar, ela pretende esperar dois anos para ingressar na especialização. “Quero trabalhar, juntar dinheiro e depois encarar a residência, que é bastante puxada. Há plantões de mais de 24 horas e não dá para engravidar nessa fase, por exemplo”, pondera.
De acordo com o estatuto da Comissão de Residência Médica da Faculdade de Medicina da
USP (Coreme), os residentes devem fazer uma jornada de 60 horas semanais. Mas estudantes relatam que só os plantões de áreas “mais puxadas”, como Clínica Médica e Ortopedia, ultrapassam o limite de horas. “Não existe denúncia deste tipo no HC. Ouve-se falar (em jornadas abusivas), mas é preciso que o residente faça uma reclamação para que isso seja apurado”, relata o professor Heráclito.
Má formação
O último exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), aplicado a estudantes formandos em Medicina no Estado, registrou o pior resultado de sua história na prova prática: 68% foram reprovados. Para o professor Heráclito da USP, as faculdades deixam para a residência toda a carga de aprendizado prático do médico, principal conhecimento exigido na prova de seleção, que cobra a resolução de casos clínicos.
Cirurgião e professor do cursinho STJ há 10 anos, Marcos Loreto avalia que as faculdades de Medicina deixam muito a desejar quanto a formação dos médicos. “Os alunos chegam com problemas básicos de conteúdo, não conhecem anatomia”, afirma. Marcos avalia que falta treinamento prático aos estudantes, principalmente em faculdades que não têm um grande hospital universitário.
Para o professor Heráclito, a residência deveria ser um pré-requisito básico para os médicos exercerem a profissão, pois é uma complementação da formação acadêmica básica. “Temos médicos recém-formados no setor público, que, na verdade, estão ‘treinando’ na prática. Isso é muito perigoso”, avalia.


Foto: Marina Morena Costa
Aula do cursinho SJT: professor Marcos explica como fazer uma avaliação de um paciente após uma operação
Números dos últimos concursos de acesso à residência médica em São Paulo:
Hospital das Clínicas de São Paulo (USP)
Taxa de inscrição: R$ 620
Especialidades mais concorridas:
Oftalmologia: 9 vagas, 115 inscritos, 12,58 candidatos/vaga
Neurocirurgia: 6 vagas, 69 inscritos, 11,50 candidatos/vaga
Radiologia e diagnóstico para imagem: 19 vagas, 201 inscritos, 10,58 candidatos/vaga
Otorrinolaringologia: 10 vagas, 103 inscritos, 10,30 candidatos/vaga
*O concurso realizado em 2010 foi o com maior número de vagas desde 2007, o que diminuiu a concorrência. Em outras edições, Dermatologia registrou entre 25 e 30 candidatos por vaga
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP)
Taxa de inscrição: R$ 480
Especialidades mais concorridas:
Neurocirurgia: 2 vagas, 53 inscritos, 26,5 candidatos/vaga
Dermatologia: 4 vagas, 93 inscritos, 23,25 candidatos/vaga
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp)
Taxa de inscrição: R$ 495
Hospital de Clínicas da Unicamp
Taxa de inscrição: R$ 330
Hospital da Unifesp
Taxa de inscrição: R$ 450

postagem adaptada de : http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/residencia+e+o+segundo+vestibular+de+quem+escolhe+medicina/n1597095968235.html

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