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9 de set. de 2012

BMJ: Como viver 6 anos a mais !

BMJ: não fumar e fazer atividade física regularmente pode adicionar até cinco anos na vida das mulheres e seis anos na vida dos homens - Medical Journal > news.med.br:

BMJ: não fumar e fazer atividade física regularmente pode adicionar até cinco anos na vida das mulheres e seis anos na vida dos homens

Estudo de base populacional realizado em Estocolmo, na Suécia, com o objetivo de identificar fatores de risco modificáveis associados à longevidade entre adultos com 75 anos ou mais foi publicado no periódico British Medical Journal (BMJ). Os resultados sugerem que estimular comportamentos de vida favoráveis, mesmo em idades avançadas, pode aumentar a expectativa de vida, provavelmente por redução da morbidade.
Cerca de 1.800 adultos com 75 anos ou mais participaram do Projeto Kungsholmen, sendo acompanhados por 18 anos. Durante o seguimento, 1.661 (91,8%) participantes morreram. Metade dos participantes viveu mais de 90 anos. Metade dos fumantes morreu um ano mais cedo do que os não-fumantes. As atividades físicas foram fortemente associadas à sobrevivência. A idade média de morte dos participantes que regularmente nadavam, caminhavam ou faziam ginástica foi de dois anos a mais (0,7 a 3,3 anos) do que a daqueles que não faziam. A mediana de sobrevida de pessoas com um perfil de risco baixo (hábitos saudáveis de vida, participação em pelo menos uma atividade de lazer e convívio social rico ou moderado) foi de 5,4 anos a mais do que daqueles com um perfil de risco elevado (comportamentos de vida pouco saudáveis, não participação em atividades de lazer e convívio social pobre ou limitado). Mesmo entre as pessoas mais velhas (com 85 anos ou mais) e com doenças crônicas, a idade média de morte foi quatro anos maior para aqueles com um perfil de risco baixo, em comparação com aqueles com um perfil de risco elevado.
A presente pesquisa mostrou que, mesmo após a idade de 75 anos, comportamentos de vida, tais como atividades físicas e não fumar estão associados a uma maior sobrevida. Um perfil de risco baixo pode adicionar cinco anos na vida das mulheres e seis anos na vida dos homens. Estas associações, embora de maneira atenuada, também estiveram presentes entre as pessoas mais velhas (com 85 anos ou mais) e naquelas com doenças crônicas.


adaptado de : NEWS.MED.BR, 2012. BMJ: não fumar e fazer atividade física regularmente pode adicionar até cinco anos na vida das mulheres e seis anos na vida dos homens. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/medical-journal/316340/bmj-nao-fumar-e-fazer-atividade-fisica-regularmente-pode-adicionar-ate-cinco-anos-na-vida-das-mulheres-e-seis-anos-na-vida-dos-homens.htm>. Acesso em: 5 set. 2012
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11 de ago. de 2011

CÂNCER DE PULMÃO : Conferência Mundial CA de Pulmão

CÂNCER DE PULMÃO | Cigarro e outros fatores de risco: "O câncer de pulmão é o câncer mais comum e o que causa mais mortes em todo o mundo. Para se ter uma ideia da agressividade deste tumor, a mortalidade do câncer de pulmão é maior que as dos canceres de mama, próstata e intestino juntos.

Por isso abordamos nesse post seus aspectos ( principalmente a prevenção e diagnóstico precoce ) , além de indicar um dos maiores congressos sobre o tema

#ficaadica :http://www.dialogoroche.com.br/portal/eipf/br/br_portal/dialogo/wclc
Jul
2011
WCLC
14Th World Conference on Lung Cancer
03 a 07

Câncer de pulmão | epidemiologia
Curva de mortalidade do câncer de pulmão nas últimas décadas
Mortalidade do câncer de pulmão nas últimas décadas


O câncer de pulmão é o segundo câncer mais comum nos homens, perdendo apenas para o câncer de próstata (leia: CÂNCER DE PRÓSTATA | Sintomas e tratamento), e o segundo câncer mais comum nas mulheres, atrás apenas do câncer de mama (leia: CÂNCER DE MAMA | Sintomas, auto exame e diagnóstico). Entretanto, como o câncer pulmão acomete tanto homens quanto mulheres, ao contrário dos cânceres de próstata e mama que só surgem em um sexo, ele acaba sendo no geral, o câncer mais comum de todos.



O gráfico ao lado mostra a evolução da mortalidade por câncer de pulmão nos EUA ao longo das últimas décadas. Nas próximas linhas explicarei o porquê deste salto na mortalidade a partir da década de 1940. Os dados são americanos, mas podem ser transportados para a maioria dos países.



A incidência do câncer de pulmão está diretamente relacionada ao consumo de cigarro pela população. Até a década de 20 do século passado, quando o cigarro ainda não era produzido e comercializado em larga escala, o câncer de pulmão era uma doença rara, correspondendo a menos de 1% de todos os cânceres.






Propaganda sugerindo o apoio de dentistas ao fumo
No início do século XX, apenas 0,5% da população americana fumava mais de 100 cigarros (5 maços) por ano. Na década de 1960, auge do tabagismo, 50% da população masculina fumava pelo menos 100 cigarros (5 maços) por ano. Sabendo estas informações, volte ao gráfico e veja as curvas de mortalidade.



Desde a década de 1980, medidas anti-tabágicas cada vez mais restritivas têm sido implementadas em todo o mundo, conseguindo reduzir o número de fumantes. Graças a elas, pela primeira vez em décadas, notamos uma redução da mortalidade do câncer de pulmão.



Só como curiosidade, a campanha de marketing da indústria tabagista nas décadas de 1940 e 1950 era tão forte que chegaram ao absurdo de sugerir que médicos e dentistas recomendavam o uso de determinadas marcas de cigarro. As principais estrelas de Hollywood e os mais famosos atletas esportivos recebiam milhares de dólares para promover marcas de cigarro. Naquela época o normal era ser fumante. Não fumantes eram uma minoria em vários círculos sociais. O resultado de toda esta eficiente campanha de marketing foi uma vertiginosa subida na curva de mortalidade por câncer de pulmão nas décadas que se sucederam.



Como ainda não existem exames que detectem o câncer de pulmão suficientemente cedo para garantir a cura com o tratamento, a melhor estratégia continua sendo a prevenção. Para se prevenir contra qualquer doença, é essencial conhecer os seus fatores de risco. Portanto, é dos fatores de risco do câncer de pulmão que falaremos a seguir.



Câncer de pulmão | Fatores de risco



a.) Cigarro (leia: MALEFÍCIOS DO CIGARRO | Tratamento do tabagismo)




Como o início deste texto já deixou claro, o cigarro é o principal fator de risco para o câncer de pulmão. 90% dos pacientes que têm câncer de pulmão são ou foram fumantes.



Inacreditavelmente ainda hoje é possível encontrar pessoas que se deixam enganar por falsos relatos sobre uma suposta ausência de provas da relação entre cigarro e câncer de pulmão. Desde a década de 1960 que já há evidencias científicas de que o cigarro causa câncer de pulmão. Atualmente já sabemos até quais são as alterações genéticas provocadas pelas substâncias tóxicas do cigarro responsáveis pelo surgimento das células cancerígenas.



O que sabemos hoje sobre a relação do cigarro com o câncer de pulmão:



- Quem fuma pelo menos um maço de cigarro por dia tem até 25x mais chances de desenvolver câncer de pulmão quando comparados com não fumantes.

- Já foram identificados mais de 4000 substâncias tóxicas no cigarro e pelo menos 50 que comprovadamente causam câncer.

- Após 15 anos de abstinência o risco de câncer do pulmão cai em 90%. Todavia, ele nunca será tão baixo quanto o daqueles que nunca fumaram.

- Não existe uma quantidade mínima de cigarros por dia que seja segura, nem tipos de cigarro que não causem câncer. Sabe-se que se você já fumou mais de 100 cigarros na sua vida, você está no grupo de alto risco para câncer de pulmão. Não importa se você fuma 1 cigarro por dia ou 1 por semana.

- Quanto maior o consumo diário, maior o risco; quanto maior o tempo de tabagismo, maior o risco; quanto mais cedo se inicia o hábito de fumar, maior o risco.

- Fumantes passivos apresentam 25% mais risco de desenvolverem câncer de pulmão do que pessoas não expostas cronicamente à fumaça do cigarro.



b.) Charuto, cachimbo e maconha



Existe um mito que apenas o fumo de cigarro é um fator de risco para o câncer de pulmão. Esta suposta ausência de danos é ainda mais forte quando falamos da maconha, uma droga cuja discussão é pautada muito mais pela emoção do que por dados científicos e estatísticos. O uso crônico de maconha causa alterações nas células da árvore respiratória idênticas àquelas vistas nas lesões pré-malignas de fumantes de cigarro. Além disso, os indivíduos que fumam maconha e cigarro apresentam um risco de desenvolverem câncer de pulmão ainda maior do que os fumantes apenas de cigarro. Fizemos uma grande revisão sobre os efeitos da maconha no organismo que pode ser encontrada neste texto: MACONHA | Efeitos no organismo.



O fumo de cachimbos ou charutos também aumenta o risco de câncer de pulmão. Entretanto, o risco não parece ser tão elevado quanto o do cigarro. Enquanto o fumo por vários anos de cigarro aumenta em até 25x o risco de câncer de pulmão, o fumo de charutos ou cachimbos parece aumentar em torno de 5x, o que não deixa de ser uma aumento considerável no risco.



Assim como acontece com o cigarro, o risco de câncer com o fumo da maconha, charutos ou cachimbos também cresce proporcionalmente à quantidade fumada e ao tempo de uso.



c) Exposição ocupacional



Algumas pessoas trabalham em áreas ou profissões onde há exposição frequente a substâncias nocivas à saúde. A exposição a algumas substâncias químicas estão relacionadas a um maior risco de câncer de pulmão; entre as mais estudadas está o asbesto (amianto). O asbesto (amianto) é usado em várias áreas da indústria, como na mineração, construção civil, construção de navios, construção de ferroviária, indústria química, indústria automobilística, encanamentos, revestimentos à prova de fogo, isolamento acústico, fabricação de telhas de fibrocimento e mais de 2500 outros produtos. Proibido em muitos países, infelizmente o amianto ainda é legal em vários estados brasileiros devido a uma forte lobby no Congresso Nacional. Se você quiser saber mais sobre o amianto e suas doenças, leia: MESOTELIOMA | ASBESTOSE | Doenças do AMIANTO (ASBESTO).



Outras substâncias de exposição ocupacional relacionadas a uma maior risco de câncer de pulmão incluem o radônio, arsênio, cromo, formaldeído, níquel, radiação ionizante, poeira metálica e fumaça de madeira queimada.



Trabalhadores expostos frequentemente a estes químicos, se forem fumantes, aumentam ainda mais o risco de desenvolverem câncer. Só como exemplo, o fumo mais a exposição ao amianto aumentam em 60x o risco de câncer do pulmão.



d.) História familiar



Há claramente uma predisposição genética para o desenvolvimento do câncer de pulmão. Esta influencia genética é um dos fatores que explicam o porquê de nem todos os fumantes inveterados desenvolverem câncer. Indivíduos com um parente de primeiro grau com câncer de pulmão apresentam maior risco de desenvolvê-lo, princialmente se também forem fumantes ou apresentarem alguma exposição ocupacional. Quanto mais parentes tiverem tido câncer ou quanto mais jovem sejam os familiares com câncer, maiores os riscos.



e.) Dieta



Vários alimentos têm sido estudados como potenciais protetores contra o desenvolvimento do câncer de pulmão. Os mais estudados incluem antioxidantes, vegetais crucíferos (couve, repolho, couve-flor, brócolis e couve de Bruxelas) e vitamina B. Embora pareça haver uma ligação entre a ingestão desses alimentos e a incidência de câncer, nenhum trabalho até hoje conseguiu demonstrar benefícios reais com nenhum tipo de dieta.
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adaptado de http://www.mdsaude.com/2011/06/cancer-pulmao-fatores-risco.html

9 de jun. de 2011

in360 - No Dia Mundial sem Tabaco promessas são feitas


No Dia Mundial sem Tabaco promessas são feitas

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O tabagismo mata cerca de cinco milhões de pessoas por ano no mundo, Só no Brasil, são 200 mil pessoas, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). É por isso, que desde 1987, o 31 de maio é o dia mundial sem tabaco.

Núbia Cristine Bento fumou durante 22 anos. Há três meses, conseguiu se livrar do vício. Ela conta que sua rouquidão acabou e que espera não ter que se submeter à uma cirurgia, por causa do tabagismo.

O Ministério da Saúde divulgou em abril deste ano uma pesquisa que apontou uma redução no número de fumantes no país. Passou de 33% para 18%, nos últimos 20 anos. A pesquisa entrevistou 54.339 adultos nas 27 capitais brasileiras.

Com o objetivo de ajudar pessoas que querem deixar o fumo, a Secretaria de Saúde de Ipatinga realiza há seis meses o programa piloto 'Cessação do Tabagismo', na Unidade de Saúde do Bairro Cidade Nobre. Cerca de 40 pessoas já foram beneficiadas. O médico do programa, Alexandre Almenara fala que trabalha a parte comportamental e orientação em relação ao uso e dependência do cigarro. Exames são feitos para saber quem pode se beneficiar de medicamentos para deixar o vício.

O tratamento consiste, primeiramente, na decisão espontânea do paciente. A dona de casa, Sônia Aparecida começou a fumar com sete anos, foram 35 anos dedicados ao fumo. Parou há 6 meses com a ajuda do programa. Ela disse que sua pressão normalizou e que se sente renovada.

A dona de casa, Selma Vieira, tem 60 anos e fuma desde os 20. Perdeu as contas de quantas vezes tentou largar o vício. Mas no Dia Mundial Sem Tabaco, faz uma promessa a ela mesma: no lugar do cigarro, vai passar a tomar medicamentos para se livrar do fumo. Ela disse que essa data vai ficar marcada, pois dessa vez ela conseguirá parar de fumar.

Quem quiser informações sobre o programa desenvolvido em Ipatinga pode ligar para o telefone é o 3829-8250. Até 2030, a estimativa da OMS é que 8 milhões de pessoas podem morrer em consequência do fumo.

31 de mai. de 2011


http://goo.gl/lhLwO >>>>>>manual do dia do tabaco




Cinzeiros com flores frescas são um símbolo comum de Dia Mundial Sem Tabaco

Dia Mundial sem Tabaco (DMST) é observada em todo o mundo a cada ano em 31 de maio. Ele foi criado para incentivar um período de 24 horas de abstinência de todas as formas de tabaco de consumo em todo o globo. O dia está ainda por finalidade chamar a atenção mundial para a prevalência generalizada do uso do tabaco e negativos efeitos sobre a saúde , que atualmente levam a 5,4 milhões de mortes no mundo anualmente. Os Estados membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) criaram o Dia Mundial sem Tabaco em 1987. Nos últimos 20 anos, o dia foi recebido com tanto entusiasmo e resistência em todo o mundo a partir de governos, organizações de saúde pública, os fumantes, os produtores ea indústria do tabaco.

mais detalhes em 

DIA MUNDIAL CONTRA TABAGISMO : EU QUERO PARAR

No dia de hoje serão realizadas varias campanhas contra o tabagismo , ou seja pró saúde.E é nesta concepção que venho lhes trazer alternativas e idéias que são vanguarda no combate às drogas (afinal o tabaco é uma).

A primeiras delas é:

No Dia Mundial Sem Tabaco, Cristo Redentor abraçará a campanha que une moda e educação em nome da vida, ganhando iluminação especial na cor vermelha
"Sem Tabaco, 100% Fashion”


campanha que traz o conceito de moda diferente daquele da década passada em que fumar era marca de status e boa performace , algo que se torna ultrapassado na nossa década uma vez que se prega o ideal de saúde , do qual o tabaco não faz parte e passa a ser até um adversário.


A segunda delas é:


convenção-quadro ?



A FCTC (sigla em inglês da Convenção-Quadro) foi aprovada em 2003 pelos 192 países membros da OMS. Considerada o primeiro tratado internacional de saúde pública da história, foi criada para determinar a adoção de medidas intersetoriais nas áreas de propaganda, publicidade, patrocínio, advertências sanitárias, tabagismo passivo, tratamento de fumantes, comércio ilegal e preços e impostos.

Por que foi escolhido o tema de 2011?
Muitos dos compromissos da FCTC já foram consolidados, mas ainda há vários desafios. Em 2011 a OMS pede aos países para colocar a Convenção no centro dos seus esforços.

Três maneiras de salvar vidas
O slogan da camapanha de 2011 chama atenção para a morbi/mortalidade do tabagismo e o impacto em salvar vidas que o cumprimento ao FCTC pode ter. Confira o vídeo abaixo.


http://www.youtube.com/embed/KfLZtgl6hko


a terceira é :
http://www.euqueroparar.com.br/


o site eu quero parar  que auxilia tanto profissionais da saúde , quanto dependentes e seus familiares a lidarem com o vicio que é sabidamente uma doença psiquiatrica e necessita de acompanhamento profissional e a longo prazo.


27 de mai. de 2011

Dia Mundial Sem Tabaco‏


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