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8 de jan. de 2013

Abertas inscrições para o Sisu : como fazer ?

Abertas inscrições para o Sisu:
O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) está com as inscrições desde segunda-feira (7) até a próxima sexta-feira (11) para os estudantes que prestaram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O sistema oferece 129.279 vagas em 3.751 cursos oferecidos em 101 instituições públicas de ensino superior.
Podem concorrer às vagas todos os alunos que fizeram o Enem e tiveram nota maior que zero na redação. É preciso entrar no site do sistema, para fazer a inscrição. Cada estudante pode selecionar até duas opções de cursos, especificando a ordem de preferência, o nome das instituições e o turno.
Divulgação



O resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado

no dia 14 de janeiro
Além disso, será possível também escolher a modalidade de concorrência. O Sisu se adequará à Lei de Cotas, de agosto de 2012. As inscrições são gratuitas e as instituições de ensino devem ofertar acesso à internet aos estudantes interessados.
De acordo com o cronograma do Sisu, publicado no Diário Oficial da União do último dia 26, as inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, no portal do Sisu. Para a seleção no primeiro semestre de 2013, vale a nota do Enem 2012, divulgada pelo MEC (Ministério da Educação) no último dia 28.
O resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de janeiro e da segunda chamada, no dia 28 de janeiro, no site do Sisu e das instituições. As matrículas serão feitas nas instituições nos dias 18, 21 e 22 de janeiro para a primeira chamada e dias 1º, 4 e 5 de fevereiro para a segunda.


adaptado de : http://www.onorte.net/noticias.php?id=41867

22 de out. de 2012

Programa de Residência Médica abre 31 vagas para várias especialidades

Programa de Residência Médica abre 31 vagas para várias especialidades:

Programa de Residência Médica abre 31 vagas para várias especialidades

foto médico
Residência Médica. Inscrições seguem até o dia 24 de outubro (Foto: Comofas)


Abertas as inscrições para o Programa de Residência Médica do Hospital Universitário Clemente de Faria. De acordo com o edital são oferecidas 31 vagas em diferentes áreas como anestesiologia, cirurgia geral, clínica médica, obstetrícia e ginecologia, otorrinolaringologia, pediatria, psiquiatria, medicina de família e comunidade e geriatria. O programa de residência está credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM/MEC).
A principal novidade no programa é a unificação da prova, por meio Processo Seletivo Unificado que dá oportunidade a outras instituições de ensino superior do Estado a participarem do programa. Daí o motivo da realização das provas em Belo Horizonte. Vale lembrar ainda que a escolha do local de trabalho deverá ser efetivada no ato de inscrição. As inscrições seguem até o dia 24 de outubro e para isso o candidato deverá acessar a página www.aremg.org.br no link “Processo Seletivo”, criar login e senha e preencher o formulário de inscrição. 
A primeira etapa do processo consiste em avaliação escrita. Os candidatos aprovados para a segunda etapa terão o currículo analisado por meio de formulário próprio. Artigos publicados e o domínio de línguas estrangeiras também serão contabilizados para pontuação. 
Além da Universidade Estadual de Montes Claros, participam do Programa, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Hospital Universitário Odilon Peres e a Universidade de Uberaba (UBE), entre outras instituições. 
O resultado será publicado no dia 31 de janeiro de 2013. Mais informações na Unidade de Residência Médica do Hospital Universitário pelo telefone (38) 3224-8373 (de 7 às 18 horas).

adaptado de : http://portal.unimontes.br/index.php/todas-as-noticias/9021-programa-de-residencia-medica-abre-31-vagas-para-varias-especialidades-

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21 de out. de 2012

Entenda a Lei de Cotas nas universidades federais

Entenda a Lei de Cotas nas universidades federais:

Notícia em diversos jornais, a Lei de Cotas regulamentada há poucos dias ainda gera dúvidas e não é para menos: com tantas divisões e subdivisões de cotas, critérios em cima de critérios, a explicação fica extensa demais. Diante disso, fomos atrás da forma mais fácil para entender esse novo contexto social e encontramos muitas respostas para nossas dúvidas em tópicos de Perguntas e Respostas.


Portal EBC, por exemplo, fez uma seleção de 10 questões que todos gostariam de fazer sobre a  ”reserva de  50% estabelecida para as vagas nos processos seletivos de universidades e institutos federais para alunos que cursaram todo o ensino médio na escola pública”. É o que você pode conferir logo abaixo:
1. Quando a reserva de vagas para alunos de escola pública começa a valer?
As novas regras passam a valer para os processo seletivos de 2013.  Mas a implantação da reserva de 50% das vagas para alunos de escola pública não será imediata: a lei estabelece um prazo de quatro anos para a universidade cumprir integralmente as novas regras. Portanto, o número de vagas reservadas deve crescer anualmente até o fim desse período, a critério de cada instituição.
2. Quem vai fazer o Enem de 2012 já poderá se beneficiar da medida?
Sim. Todas as universidade e institutos federais que usam o Enem como critério de seleção utilizarão os resultados da prova deste ano para os seus processos seletivos de 2013, quando as novas regras já estarão em vigor. Naquelas instituições federais que ainda não usam o Enem, a seleção será pelo vestibular tradicional.
3. A reserva de 50% das vagas para alunos de escolas públicas se aplica a todos os cursos?
Sim. Em cada curso, pelo menos metade das vagas deverão ser ocupadas por estudantes que cursaram todo o ensino médio na rede pública. Ou seja se um curso de medicina tem 40 vagas, 20 dos aprovados serão ex-alunos de colégios públicos.
4. Haverá um critério de renda na distribuição?
Sim. A lei determina que metade das vagas reservadas às cotas sociais – ou seja 25% do total da oferta – serão preenchidas por alunos com renda de um salário mínimo e meio per capita. Por exemplo: em uma família com quatro pessoas, a renda mensal máxima deverá ser de R$ 3.732.
5. Os alunos das escolas públicas concorrerão apenas a metade das vagas? E o restante fica com os estudantes dos colégios particulares?
Não. Todos os estudantes concorrem ao total das vagas ofertadas. A diferença é que pelo menos metade das vagas terão que ser preenchidas por ex- alunos da rede pública. Quando essa cota for preenchida, o  restante (50%) das vagas será distribuída por todos os candidatos – independente de onde estudaram – a partir das notas de cada um.
6. Como serão preenchidas as vagas por critério racial?
A totalidade das vagas reservadas para a cota (50%) será distribuída a partir do critério racial. Ou seja,  metade das vagas de qualquer insituição federal será  destinada aos ex-alunos da rede pública, mas deverão ser preenchidas por pretos, pardos e indígenas, em proporção à composição da população naquela unidade da federação em que a instituição se situa. Essas proporção será calculada a partir de dados do IBGE.  Por exemplo: em um curso com 100 vagas, metade será para cota social – 50 vagas. O preenchimento dessas vagas deverá atender, pelo menos, à proporção de pretos,  pardos e indígenas que vivem no estado.
7. Como será comprovado o critério racial?
Assim como já ocorre no Programa Universidade para Todos (ProUni) e no Sistema de Seleção Unificadas (Sisu), as vagas serão preenchidas a partir da autodeclaração – ou seja, o aluno deve informar no momento da inscrição a que grupo racial pertence.
8. A reserva de vagas para alunos de escolas públicas será para sempre?
Não. A lei prevê que no prazo de dez anos haja uma revisão do programa, a partir da avaliação do impacto das cotas no acesso de estudantes pretos, pardos, indígenas e alunos de escola pública. A partir desse levantamento, a política pode ser revista.
9. A reserva de vagas vale para qualquer instituição de ensino superior?
Não. A Lei de Cotas se refere apenas às universidades federais e aos institutos federais de educação profissional e tecnológica. Mas não há nenhum impedimento para que outras instituições públicas – estaduais ou municipais – e mesmo as particulares também adotem os critérios da legislação.
10. Como ficam as instituições de ensino que já adotam alguma política afirmativa diferente da reserva de 50% de vagas para escolas públicas?
Todas as universidades federais vão ter o prazo de quatro anos para se adaptar à nova regra, mesmo aquelas que já têm algum tipo de cota – seja racial ou social. No caso das universidades que aplicam apenas a reserva de vagas pelo critério racial, por exemplo, terão que passar a levar em conta também o critério de origem do aluno.

A Nova Lei de Cotas foi regulamentada pelo Decreto nº 7.824 publicado no dia 15 de outubro deste ano no Diário Oficial da União. Há, ainda,  portaria do Ministério da Educação de número 18, que detalha o decreto.


adaptado de :http://www.blogdasaude.com.br/saude-cultural/2012/10/19/entenda-a-lei-de-cotas-nas-universidades-federais/

14 de set. de 2012

Educação : Utopia ou promessa de Eleição ?


Aos estudantes, Dilma diz que 100% do Petróleo irá para educação


Representantes dos estudantes universitários, pós-graduandos e secundaristas participaram, nesta quarta-feira (22), de uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, para discutir a destinação dos 10% do PIB para a educação, conforme o Plano Nacional de Educação, aprovado por uma comissão especial da Câmara em junho.



Estiveram presentes na reunião os presidentes da UNE, Daniel Iliescu; da ANPG, Luana Bonone, e da Ubes, Manuela Braga, além da vice-presidenta da UNE, Clarissa Cunha.
 
De acordo com Bonone, da Associação Nacional de Pós-Graduandos, a reunião “surpreendeu de maneira positiva. O governo aceitou a reivindicação dos 10% do PIB para a educação, com a ressalva de que é preciso ter como certa a fonte garantidora”. Dessa forma, “não se comprometeu com a vinculação dos 10% do PIB sem antes definir a fonte de recursos”. Para resolver a questão, o governo concordou em destinar os recursos do Pré-Sal para a educação, esclareceu a pós-graduanda. 

Petróleo X PNE
O compromisso do governo foi reafirmado pelo ministro Mercadante que, em coletiva de imprensa, assegurou que o governo vai defender junto ao Congresso Nacional que 100% dos recursos arrecadados com o pagamento de royalties do petróleo sejam destinados a políticas de educação e que metade do dinheiro que irá compor o fundo social formado com recursos da venda do petróleo do pré-sal também vá para a área, durante dez anos.

Mercadante afirmou ainda ter "convicção" de que o governo tem argumentos para convencer o Congresso Nacional desta proposta que, para o Planalto, é mais interessante do que a apresentada pela Câmara, que não define a origem dos recursos: 

"É muito melhor que a gente coloque os royalties do petróleo na sala de aula e prepare uma futura geração cada vez mais qualificada para que a gente tenha um Brasil capaz de se desenvolver depois que o pré-sal passar, porque ele vai acabar, (...) do que desperdiçar esse recurso na máquina pública sem nenhum controle", declarou o ministro.

Outras bandeiras

Com relação à questão da assistência estudantil, outra pauta defendida pelos estudantes, o governo criou um grupo de trabalho para tratar o tema, tal como proposto por Iliescu.

Pauta dos pós-graduandos, a diminuição dos recursos do Ministério de Ciência e Tecnologia também foi abordada na reunião. De acordo com o governo, a partir do momento em que aumentar a verba da educação, os recursos do ministério também serão ampliados. De qualquer forma, para Luana, o governo está sensível às demandas apresentadas pelos estudantes.

Da Redação do Vermelho,
Vanessa Silva, com agências




11 de set. de 2012

UNIFESP : Inscrições abertas para residência médica 2013

Edital Acesso Direto e Especialidades I - 2013:
Edital de Processo Seletivo para Residência Médica - 2013


A Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP torna público que realizará processo seletivo para preenchimento de vagas de médicos residentes de 1º ano (R-1), 3º ano (R-3) e 4º ano (R-4), de seus programas de Residência Médica, devidamente credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) do MEC, para o ano 2013, segundo os critérios abaixo.


acesse esse link para ver o edital completo : http://www.proex.unifesp.br/coexrem/docs/processoseletivo/2013/acesso_direto_e_especialidades_2013.htm


I-INSCRIÇÕES:
1- DATA: 24/09/2012 a 24/10/2012, somente via on-line (Internet) no site http://www.proex.unifesp.br (item Residência Médica).
2Para inscrever-se o interessado deverá:
a- ler o Edital e as informações gerais sobre cada Programa de Residência Médica clicando no Inscreva-se correspondente, no quadro contendo as opções dos programas;
b- preencher o formulário de inscrição e transmitir os dados pela Internet;
OBS: Caso não consiga efetivar sua inscrição via on-line, a Câmara Técnica de Extensão da Escola Paulista de Medicina disponibilizará aos candidatos os meios necessários para a inscrição on-line, no horário entre 09h e 16h  (horário de Brasília), dias úteis, de 24/09/2012 a 24/10/2012, no seguinte endereço: Rua Pedro de Toledo, 650 - 2º andar - Vila Clementino - São Paulo – SP, CEP 04039-002.
c- pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 600,00 (seiscentos reais) utilizando o boleto disponível on-line, no ato da inscrição, e manter o comprovante de pagamento até o final do processo seletivo.
3- Serão indeferidas as inscrições realizadas após o dia 24/10/2012.
4- Em nenhuma hipótese será devolvida a taxa de inscrição.
5- As inscrições deverão ser feitas para os Programas de Residência Médica e em nenhuma hipótese serão aceitos pedidos de mudança de opção de Programa de Residência Médica.
6- A inscrição implicará no conhecimento e completa aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital.
7- O candidato ao se inscrever, estará declarando sob as penas da lei que, após seleção no processo e no ato da matrícula, irá satisfazer as condições exigidas para cursar o programa de Residência Médica.
8- A inscrição e aprovação no processo seletivo não garantem a efetivação da matrícula do candidato no programa de Residência Médica pretendido. Tal efetivação estará condicionada a apresentação do registro no Conselho Regional de Medicina do Estado e outros documentos relacionados no item matrícula (Resolução CNRM nº 04/2007).
9- O candidato, portador de deficiência ou não, que necessitar de atendimento especial para a realização da prova deverá solicitá-lo e indicar os recursos especiais necessários e, ainda, enviar, até quinze dias antes da data do início do Processo Seletivo, impreterivelmente, via SEDEX, à Comissão de Exames de Residência Médica (Rua Botucatu, 740 - térreo -Vila Clementino - São Paulo - SP, CEP 04023-900), o laudo médico que justifique o atendimento especial solicitado. Após esse período, a solicitação será indeferida, salvo nos casos de força maior e nos que forem de interesse da Administração Pública. A solicitação de condições especiais deverá ser atendida segundo os critérios de viabilidade e de razoabilidade. A relação dos candidatos que tiveram o seu atendimento especial deferido será divulgada pela Comissão de Exames.
10- A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização da prova, além de solicitar atendimento especial para tal fim, deverá levar um acompanhante, que ficará em sala reservada para essa finalidade e que será responsável pela guarda da criança. A candidata que não levar acompanhante não realizará a prova.
11- Conforme Resolução CNRM 02/2005, artigo 56, é vedado ao médico residente: repetir programas de Residência Médica em especialidades que já tenha anteriormente concluído e realizar programa de Residência Médica em mais de duas especialidades diferentes. É permitido ao Médico Residente cursar apenas uma área de atuação em cada especialidade.

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8 de ago. de 2012

Unimontes oferece 16 vagas para mestrado e doutorado em Ciências da Saúde



Unimontes oferece 16 vagas para mestrado e doutorado em Ciências da Saúde: Foi divulgado o edital do processo de seleção do Mestrado Acadêmico e do Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). Os dois cursos são reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Ministério da Educação (MEC).

Ao todo, serão preenchidas 16 vagas, sendo dez (10) no mestrado acadêmico e seis (6) no doutorado. As inscrições estarão abertas no período de 27 a 31 de agosto, na secretaria do PPGCS, no Hospital Universitário Clemente de Faria, onde são desenvolvidas as atividades do programa.

As 16 vagas do mestrado acadêmico e do doutorado vão contemplar as linhas de pesquisa em “Epidemiologia Geral e Molecular” e “Educação em Saúde, Avaliação de Programas e Serviços”, da área de concentração em “Saúde Coletiva”; e, ainda, “Clínica, Diagnóstico e Terapêutica das Doenças” e “Etiopagenia e Fisiopatologia de Doenças”, relativas à área de concentração “Mecanismos e Aspectos Clínicos das Doenças”.

O processo seletivo será dividido em três etapas: avaliação do currículo Lattes (eliminatória), provas de conhecimentos específicos e de língua inglesa (marcadas para 16 de setembro) e análise do projeto de pesquisa.

DOCUMENTOS

Para se inscreverem, os candidatos deverão apresentar a seguinte documentação: fotografia 3x4 (recente), cópia autenticada do diploma de graduação ou declaração de conclusão do curso de graduação até o final do semestre, currículo modelo Lattes e projeto de pesquisa na área de interesse de atuação do aluno considerando as áreas de concentração e linhas de pesquisa do mestrado acadêmico em Ciências da Saúde – impresso em três vias.

Os documentos deverão ser entregues na Secretaria do PPGCS, no setor de ensino multiprofissional do HUCF: avenida Cula Mangabeira 562, bairro Santo Expedito, em Montes Claros. Mais informações no portal eletrônico específico para os programas Stricto sensu em Ciências da saúde: www.ppgcs.unimontes.br.

12 de jul. de 2012

Voucher Educação : Porque o PROUNI funciona ! contra o Apartheid Social

capitular11 - YouTube:


Especialista Fernando Schüler explica como e porque é possivel misturar as classes sociais na escolas , evitando assim o Apartheid Social , que gera uma estagnação que vai contra a politica utilitarista que busca o bem estar social (mas que beneficie uma maioria ) !


entenda mais :http://www.imil.org.br/artigos/voucher-educacao-livre-para-escolher-e-aprender/





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12 de jun. de 2012

MEC : autoriza 800 novas vagas de medicina , em SP,MG,BA e PE

MEC autoriza 800 vagas em cursos de medicina:








O Ministério da Educação autorizou a criação de nove cursos de bacharelado em medicina com um total de 800 vagas em instituições particulares de seis estados brasileiros. As portarias da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Sesu) foram publicadas na edição desta quarta-feira (6) do Diário Oficial da União.
Na terça-feira (5), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou a abertura, até o fim de 2013, de 2.400 vagas em cursos universitários de medicina, sendo 1.600 mil vagas em universidades públicas e 800 em faculdades particulares.
Três das nove instituições estão no interior de São Paulo: o Centro Universitário de Votuporanga (60 vagas), a União das Faculdades dos Grandes Lagos (80 vagas) e a Faculdade Ceres (80 vagas). Em Minas Gerais, a Faculdade de Minas BH e a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais tiveram, cada uma, 120 vagas autorizadas. Em Pernambuco, o Centro Universitário Maurício de Nassau vai poder ofertar 120 novas vagas. A Pontifícia Universidade Católica do Paraná recebeu autorização para ofertar 60 vagas e a Universidade Salvador, na Bahia, terá 100 vagas.
Segundo a assessoria de imprensa do MEC, a implementação das novas vagas vai depender das instituições. Do total de vagas anunciadas na terça-feira, 50% devem ser abertas em 2012 e a outra metade no ano que vem.  Para implantar as novas vagas até o final de 2013, o ministro prevê a contratação de 1.618 professores por meio de concurso e o investimento de R$ 399 milhões em infraestrutura.




Ampliação

As novas vagas, informou, representam uma ampliação de cerca de 15% do total de vagas oferecidas no país. Mercadante informou na terça-feira que a expansão vai ocorrer em instituições de excelência e que comprovaram que, para cada novo aluno previsto, havia cinco leitos disponíveis na rede pública.
-O Brasil não precisa apenas de mais médicos, mas de mais médicos com qualidade, afirmou.
De acordo com Mercadante, a ampliação das ofertas em cursos de medicina foi pensada em conjunto com o Ministério da Saúde e pretende mudar a relação de médicos por mil habitantes no país, calculada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 2009. Os dados apontam que a taxa do Brasil é de 1,8 médico por mil habitantes, deixando o país atrás de países como Uruguai (3,7); Estados Unidos (2,4); Reino Unido (2,7); França (3,5) e Cuba (6,4).Crítica


adaptado de :http://www.onorte.net/noticias.php?id=38902

3 de jun. de 2012

Universidades:da greve à incompreensão social !

A universidade é o carrasco da ilusão da sociedade | Você que é Biólogo...:

A universidade é o carrasco da ilusão da sociedade

escrito por 


Eu adoro a jornalista Eliane Brum. Acho até que amo. Não, está mais pra uma fixação. Tudo começou com o artigo dela “Meu filho, você não merece nada!”. Espetacular! Depois li aquele sobre o ‘Criacionismo‘, sobre a usina de “Belo Monte“, e depois um monte de outras coisas. Não bastasse ser inteligente e perspicaz, ela é bonita (mesmo com aquele sotaque de gaúcha que, vamos lá, não combina tão bem com mulheres bonitas). Comecei a segui-la no Twitter e, eventualmente, cheguei até a sua entrevista no programa provocações da TV cultura. Excelente! Suas opiniões sobre a morte e a coluna prestes são fortes e bem embasadas. “Quando eu vejo alguma coisa interessante, eu raspo a minha poupança, pego todo o meu dinheiro e vou lá, porque eu não falo do que eu não vi”. Por isso tudo, fiquei triste, bem triste, quando ao final do programa, perguntada pelo Abujarana sobre a academia, ela respondeu “a universidade está distante da sociedade”. E nem foi só assim, a seco. Foi com um certo desdém. O mesmo desdém com que eu, por exemplo, falo do congresso nacional.
Só que não fiquei não só triste. Fiquei também preocupado: “Se uma jornalista do calibre dela tem essa opinião da universidade, qual será a opinião que o resto das pessoas tem?” Mas mais do que isso, me perguntei: “Será que ela está certa mesmo?
Falar mal da universidade, principalmente das públicas, é chutar cachorro morto:remuneração ruim, abandono, burocracia, lentidão… Mas ainda assim são ilhas de saber e conhecimento e um porto seguro quando se trata de questões práticas que requerem saber ou tecnologia. Seja na área do ensino, das engenharias, do meio ambiente ou da saúde. Discutir porquê a universidade está longe da sociedade é muito relevante no momento em que os professores das federais param em greve.
A universidade está sim, distante da sociedade. Mas sempre que alguém diz isso, como quando a Eliane Brum disse, parece que a culpa é da universidade. Será que é? A responsabilidade pela distância entre a academia e a sociedade é da universidade? Ou, no mínimo, será que é SÓ da universidade?
Eu sou da opinião de que só a opinião das pessoas conta pouco, ou muito pouco, e, por isso, devemos observar o que as pessoa fazem, não o que elas dizem ou querem. E se eu olho a nossa sociedade, o que eu vejo é que o primeiro eletrodoméstico de uma família é a TV, mesmo que seja uma família muito, muito pobre do sertão do cariri, mesmo antes da geladeira. Vejo qu
e o Brasil é reconhecido no mundo, hoje, por Paulo Coelho e Michel Teló (já foi por Carmem Miranda e Pelé), que temos muito mais horas por semana de programas religiosos na TV (190h) mesmo do que de esportes (50h), notícias ou  entretenimento (Ciência tem míseras 8,5h). E que o BBB e o Ratinho são campeões de audiência. Como uma sociedade assim pode se aproximar da universidade (e vice-versa)? O que a universidade tem a oferecer a essa sociedade? Podem me chamar de preconceituoso, mas quando paro para pensar na resposta a essa pergunta, quase me desespero. Chego a conclusão que muito pouco ou quase nada. Tirando o diploma, o documento em si (e não o conhecimento associado a ele), acho que a sociedade não reconhece na universidade nada que possa interessar a ela.
Vejam, não estou dizendo que é verdade ou que eu concor
do com isso (que a universidade não tem nada a contribuir com a sociedade). E vou dar um exemplo prático. O ministério da educação, quando instituiu a Universidade Aberta do Brasil, o fez seguindo um modelo semi-presencial, que incluía a criação de pólos presenciais em parceria com as prefeituras, onde os alunos a distância pudessem usufruir de uma série de serviços como biblioteca, aulas práticas e tutoria. O governo federal financiaria, de diversas maneiras, esses pólos para as prefeituras que submetessem projetos. Mas… nada! As prefeituras simplesmente não submeteram porque… infelizmente… não há pessoas, na maioria das prefeituras dos mais de 5.000 municípios brasileiros, capazes de ler um edital e escrever um projeto adequado a ele. Isso vale também para outras áreas como saneamento básico, segurança pública e meio ambiente. Uma colaboração entra a prefeitura e a universidade mais próxima, qualquer uma, pública ou privada, poderia facilmente preencher essa lacuna e permitir o acesso a esses recursos que trariam benefícios diretos e visíveis a população.
A sociedade consome os produtos da ciência, mas
é avessa a sua filosofia. Por falta de educação, provavelmente. Afinal, temos apena 14% dos nossos jovens entre 18 e 24 anos na universidade (menos que a bolívia!). Aproximadamente o mesmo percentual de outros jovens mais jovens na escola. O que podemos esperar dessa população, a não ser que por algumas gerações a distância continue grande?
O Brasil tem um povo sofrido, explorado, que tem na esperança a única ferramenta para a paz de espírito, para lidar com a incerteza de uma vida em uma das sociedades com pior distribuição de renda e índices de corrupção do mundo. O Brasileiro sabe, sempre soube, aprendeu, a ter fé e usar a fé para combater a incerteza. A universidade usa a ciência para combater a incerteza, reduz a esperança, e mostra que o trabalho e a razão são mais importantes que a oração; que a educação combate a corrupção, mas que para aprender, tem que estudar e tem que trabalhar. É muita coisa. (Principalmente quando nossos políticos usam a estratégia da religião: prometem reco
mpensas enormes e colocam a responsabilidade na fé do cidadão, sem precisarem prestar contas dos resultados). A ciência mostra que as recompensas não podem ser tão grandes, que precisam ser conquistadas com trabalho e precisam, a todo momento, serem postas a prova. A ciência acaba com a esperança de sucesso fácil, mas mostra que o sucesso é mais provável com trabalho.
E é demais. O que eu tenho percebido é que o golpe da ciência na esperança é forte demais, e não sobra nada em pé para que uma sociedade literal e digitalmente excluída construa em cima. O golpe na esperança é fatal e quando vem a ciência em cima, não há mais nenhum terreno para fecundar. Se você não entendeu o que eu quis dizer com isso, pode ser que essa tirinha ajude.
É isso… a ciência é o carrasco da ilusão, que mata junto a esperança. Haja coração!

adaptado de :
http://scienceblogs.com.br/vqeb/2012/06/universidade-e-carrasco-da-ilusao-da-sociedade/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+lablogatorios+%28ScienceBlogs+Main%29&utm_content=FaceBook

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30 de mai. de 2012

Inscrições para o Enem 2012 serão abertas na próxima segunda-feira

Inscrições para o Enem 2012 serão abertas na próxima segunda-feira:

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 serão aplicadas nos dias 3 e 4 de novembro e as inscrições já poderão ser feitas a partir de segunda-feira (28), exclusivamente pela internet. Os detalhes sobre a edição do Enem deste ano foram apresentados nesta quinta-feira (24) pelo Ministério da Educação (MEC). Haverá mudanças nos critérios de correção da redação.
Os estudantes interessados deverão se inscrever até 15 de junho. A taxa de inscrição permanece em R$ 35. Alunos que estejam cursando o 3º ano do ensino médio em escola pública estão isentos do pagamento. O edital da prova foi publicado na edição de sexta-feira (25) do Diário Oficial da União.
No primeiro dia do exame, que cairá em um sábado (4 de novembro), os participantes terão quatro horas e meia para responder às questões de ciências humanas e da natureza. No domingo, será a vez das provas de matemática e linguagens, além da redação, com um total de cinco horas e meia de duração. A divulgação do gabarito está prevista para o dia 7 de novembro e o resultado final deve sair em 28 de dezembro.
Em 2011, mais de 6 milhões de estudantes se inscreveram para participar da prova. Desde 2009, o exame ganhou importância porque passou a ser usado por instituições públicas de ensino superior como critério de seleção em substituição aos vestibulares tradicionais. O Enem também é pré-requisito para quem quer participar de programas de acesso ao ensino superior e de financiamento público, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e as bolsas de estudo no exterior do Ciência sem Fronteira.

19 de mai. de 2012

Novo edital do ProUni

Novo edital do ProUni:
Mercadante afirmou que, ainda na próxima semana, deve ser lançado um novo edital do ProUni (Programa Universidade para Todos).
O anúncio acontece pouco tempo depois de o STF (Supremo Tribunal Federal) ter votado o projeto como meio legítimo de ingresso a universidade.
Segundo o ministro, entretanto, o incentivo do MEC ao ensino superior deve ser direcionado para as áreas que têm apresentado um grande déficit de profissionais, como engenharia, matemática, ciências, física e medicinas.
— Em engenharia, por exemplo, temos apenas seis engenheiros para cada mil habitantes. O Japão, por exemplo, chega a ter 26 e a Coreia do Sul, 80. No caso dos médicos, é apenas 1,8 médico para mil habitantes. Em Cuba, país com o maior número de médicos, a relação é de 6,4 para cada mil pessoas.
Quando perguntado se o programa Ciência sem Fronteiras, que vai mandar 101 mil estudantes brasileiros para estudar no exterior, poderia ser estendido para os cursos da área de humanas, Mercadante reiterou que o programa continuará focando apenas nas áreas de ciência e tecnologia.

1 de abr. de 2012

Projetos e programas de extensão podem se inscrever em edital de financiamento do MEC

Projetos e programas de extensão podem se inscrever em edital de financiamento do MEC: Os professores e acadêmicos da Universidade Estadual de Montes Claros têm a oportunidade de incrementar seus projetos e programas da área de extensão. Até o dia três de abril, poderão ser apresentadas as propostas com pedido de financiamento no âmbito do Programa de Extensão Universitária (PROEXT), do Ministério da Educação (MEC).

O edital contempla iniciativas já em andamento ou que estejam em fase de implantação e que contribuam com as políticas públicas de inclusão social. Cada instituição de ensino superior pode apresentar até quatro projetos/programas por cada área.

As linhas temáticas são as seguintes: Educação, Cultura & Arte, Pesca & Aquicultura, Saúde, Desenvolvimento Urbano & Rural, Combate à Pobreza, Geração de Emprego & Renda em Empreendimentos Solidários & Preservação do Patrimônio Cultural. E ainda: Direitos Humanos, Promoção da Igualdade Racial, Mulheres & Relações do Gênero, Esportes & Lazer, Integração Nacional, Comunicação e Justiça & Direito.

Caberá à Assessoria de Projetos Especiais da Pró-Reitoria de Extensão da Unimontes (Apeex) o recebimento e análise de cada uma das propostas apresentadas pelos professores e acadêmicos. O acesso ao edital só é permitido mediante o cadastramento do professor/coordenador de cada projeto/programa, através do portal do Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigproj): www.sigproj1.mec.gov.br – seção PROEXT (edital nº 2/1º de março de 2012).

O professor Paulo Eduardo Gomes de Barros, assessor da Apeex, explica que somente as propostas que cumprirem o prazo de cadastramento até o próximo dia 3 serão analisadas. Uma vez aprovadas, serão inscritas pela Unimontes no edital do MEC até o dia 14 de abril. O resultado definitivo dos projetos contemplados será divulgado pelo MEC no dia 12 de junho.

COMO É – O Programa de Extensão Universitária (PROEXT) é coordenado pela Diretoria de Desenvolvimento da Rede de Instituições de Ensino Superior, da Secretaria de Educação Superior (SESu), através de parceria do MEC e dos ministérios da Cultura, Integração Nacional, Justiça, Saúde, Pesca, Cidades, Comunicações, Desenvolvimento Agrário, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Trabalho e Emprego e de Esportes.

12 de ago. de 2011

Medicina : Residência é o segundo vestibular

Residência é o segundo vestibular de quem escolhe Medicina

Provas de seleção para especialização médica têm alta concorrência e taxas de inscrição que passam dos R$ 600

Marina Morena Costa, iG São Paulo


Como se não bastasse ser  a carreira mais concorrida em vestibulares do Pais –, e os longos 6 anos na faculdade ,  tem mais uma peneira pela frente: os concursos de acesso à residência médica – pós-graduação que especializa o médico em uma determinada área. A concorrência é acirrada e nesta etapa as taxas de inscrição encarecem, variam entre R$ 300 e R$ 600.


Ao terminar a faculdade, o profissional pode atuar como médico generalista em hospitais ou unidades básicas de saúde, no Programa Saúde da Família (PSF), com salários que chegam a R$ 9 mil. Se ele quiser aprofundar os estudos e desempenhar uma especialidade, como cirurgia, ortopedia, psiquiatria, etc., precisa ingressar em um programa de residência, que oferece bolsa mesal de R$ 2.384, por um período de dois anos. Os famosos salários altos só são conquistados depois de concluída a residência.
Segundo dados do Ministério da Educação (MEC), em 2010, foram oferecidas 11.263 vagas de ingresso em 3.514 programas de residência credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). No ano anterior, se formaram 11.881 profissionais em cursos de Medicina. Apesar dos números não serem discrepantes, forma-se um o funil, porque a maioria dos médicos prefere fazer residência em hospitais universitários públicos, centros de referência em pesquisa, tecnologia e ensino.
Concorrência acirrada
Nos hospitais universitários públicos de São Paulo, administrados pela USP, Unicamp, Unesp, Santa Casa e Unifesp, a concorrência pelas especialidades mais disputadas, como Dermatologia e Neurocirurgia, chega a 30 candidatos por vaga. Número próximo ao registrado na Fuvest para ingresso no curso de Medicina da USP: 49.


Foto: Marina Morena Costa Ampliar
Farize Murad estuda há dois anos para passar em um programa de residência em Dermatologia
Farize Murad, de 25 anos, se formou em 2009 na Universidade de Santo Amaro (Unisa), instituição particular. Há dois anos ela estuda no cursinho preparatório para médicos SJT para ingressar na residência em Dermatologia de um hospital público. “A concorrência é muito grande. Estudei na faculdade mais as doenças, não como descobrir o que o paciente tem, que é o que as provas exigem”, diz.
No 6º e último ano de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), Ronan Cipolla Hoffmann, de 25 anos, resolveu fazer cursinho ao perceber que seus colegas ingressaram no preparatório ainda no 5º ano. “Medicina é difícil em todos os aspectos: entrar, cursar – estudo integral e exigente, livros caros –, pagar – a minha mensalidade está em R$ 3,8 mil – e depois ainda tem a residência”, enumera. Para ele, o cursinho funciona como uma grande revisão, que resgata conceitos vistos desde o 1º ano de forma “organizada”.
Raimundo Araújo Gama, coordenador acadêmico do SJT, afirma que alguns estudantes chegam a desistir da especialidade que pretendiam por causa da concorrência acirrada. “São poucas vagas para um grande número de alunos que deseja fazer residência. Algumas especialidades são muito concorridas e oferecem menos de seis vagas”, destaca.
Já Henrique Ribeiro, 25 anos, residente do primeiro ano de Psiquiatria no Hospital das Clínicas (USP), não teve dificuldades. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, ele foi aprovado "de primeira" na residência da instituição onde estudou e da USP. “Passei sem fazer cursinho, mas estudei bastante e usei o material deles, que amigos me emprestaram”, conta. Henrique afirma que foi um dos únicos de sua turma de 96 alunos a rejeitar um curso preparatório: “Queria me testar”.


Foto: Marina Morena Costa Ampliar
Ronan Hoffmann quer se especializar em cirurgia-geral e começou o cursinho no último ano de Medicina
Apesar de conhecer os professores, profissionais e todo o funcionamento da Santa Casa, Henrique preferiu fazer residência no Hospital das Clínicas. O porte do maior hospital do País e a tradição na área de psiquiatria foram decisivos para a escolha.
Professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos responsáveis pela seleção de residentes, Heráclito Barbosa de Carvalho afirma que os processos seletivos não são difíceis. O problema é a falta de vagas para especialização. “Muitas faculdades particulares não oferecem residência médica, não têm hospitais próprios e fazem convênios. Quando os alunos se formam, procuram os hospitais públicos”, explica.
Jornada “puxada”
Amanda Freitas, de 24 anos, está no 3º ano de Medicina da Santa Casa, e conta que a residência é uma preocupação desde o vestibular. Após se formar, ela pretende esperar dois anos para ingressar na especialização. “Quero trabalhar, juntar dinheiro e depois encarar a residência, que é bastante puxada. Há plantões de mais de 24 horas e não dá para engravidar nessa fase, por exemplo”, pondera.
De acordo com o estatuto da Comissão de Residência Médica da Faculdade de Medicina da
USP (Coreme), os residentes devem fazer uma jornada de 60 horas semanais. Mas estudantes relatam que só os plantões de áreas “mais puxadas”, como Clínica Médica e Ortopedia, ultrapassam o limite de horas. “Não existe denúncia deste tipo no HC. Ouve-se falar (em jornadas abusivas), mas é preciso que o residente faça uma reclamação para que isso seja apurado”, relata o professor Heráclito.
Má formação
O último exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), aplicado a estudantes formandos em Medicina no Estado, registrou o pior resultado de sua história na prova prática: 68% foram reprovados. Para o professor Heráclito da USP, as faculdades deixam para a residência toda a carga de aprendizado prático do médico, principal conhecimento exigido na prova de seleção, que cobra a resolução de casos clínicos.
Cirurgião e professor do cursinho STJ há 10 anos, Marcos Loreto avalia que as faculdades de Medicina deixam muito a desejar quanto a formação dos médicos. “Os alunos chegam com problemas básicos de conteúdo, não conhecem anatomia”, afirma. Marcos avalia que falta treinamento prático aos estudantes, principalmente em faculdades que não têm um grande hospital universitário.
Para o professor Heráclito, a residência deveria ser um pré-requisito básico para os médicos exercerem a profissão, pois é uma complementação da formação acadêmica básica. “Temos médicos recém-formados no setor público, que, na verdade, estão ‘treinando’ na prática. Isso é muito perigoso”, avalia.


Foto: Marina Morena Costa
Aula do cursinho SJT: professor Marcos explica como fazer uma avaliação de um paciente após uma operação
Números dos últimos concursos de acesso à residência médica em São Paulo:
Hospital das Clínicas de São Paulo (USP)
Taxa de inscrição: R$ 620
Especialidades mais concorridas:
Oftalmologia: 9 vagas, 115 inscritos, 12,58 candidatos/vaga
Neurocirurgia: 6 vagas, 69 inscritos, 11,50 candidatos/vaga
Radiologia e diagnóstico para imagem: 19 vagas, 201 inscritos, 10,58 candidatos/vaga
Otorrinolaringologia: 10 vagas, 103 inscritos, 10,30 candidatos/vaga
*O concurso realizado em 2010 foi o com maior número de vagas desde 2007, o que diminuiu a concorrência. Em outras edições, Dermatologia registrou entre 25 e 30 candidatos por vaga
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP)
Taxa de inscrição: R$ 480
Especialidades mais concorridas:
Neurocirurgia: 2 vagas, 53 inscritos, 26,5 candidatos/vaga
Dermatologia: 4 vagas, 93 inscritos, 23,25 candidatos/vaga
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp)
Taxa de inscrição: R$ 495
Hospital de Clínicas da Unicamp
Taxa de inscrição: R$ 330
Hospital da Unifesp
Taxa de inscrição: R$ 450

postagem adaptada de : http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/residencia+e+o+segundo+vestibular+de+quem+escolhe+medicina/n1597095968235.html

3 de jul. de 2011

MEC divulga lista dos aprovados em segunda chamada pelo Sisu

MEC divulga lista dos aprovados em segunda chamada pelo Sisu


A lista dos candidatos aprovados em segunda chamada pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi divulgada neste sábado (2) pelo Ministério da Educação (MEC). Criada pelo MEC no ano passado, a ferramenta unifica a oferta de vagas em instituições públicas de ensino superior. Para o segundo semestre de 2011 foram oferecidas 26 mil vagas em 48 instituições públicas de ensino superior.

Os aprovados deverão se matricular nas instituições de ensino terça (5) e quarta-feira (6) da próxima semana. Depois desse período, o sistema gera uma lista de espera que fica disponível para as instituições selecionarem candidatos às vagas remanescentes. Podem entrar na lista os estudantes que não foram selecionados (em nenhuma das opções escolhidas) nas duas primeiras chamadas. Os interessados deverão fazer essa opção no próprio sistema, entre hoje e quinta-feira (7).
A lista dos aprovados pode ser consultada no site do MEC. Os estudantes também poderão consultar o resultado da seleção pelo telefone 0800 61 61 61.

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