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20 de mai. de 2011

Sócrates

Sócrates: "




O filósofo Sócrates, segundo Roberto Rossellini


' O ateniense Sócrates nasceu por volta de 470 AC e não deixou nada escrito. Nem mesmo tinha essa paixão por livros que costuma ocorrer nos grandes sábios. Tudo o que sabemos sobre ele está nos escritos de seus alunos, principalmente Platão e Xenofonte. Sua contribuição para a humanidade é inestimável"



Nome original: SOCRATE

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Legenda: Pt. Br. embutida no filme

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"fonte da postagem:http://feedproxy.google.com/~r/rainbowdocumentarios/~3/KcglZILNCzM/socrates.html

22 de abr. de 2011

serie superação : 0003 Adriana Macias e Marie Curie


DESTAQUES: SUPERAÇÃO E MARIE CURIE

Superação com os pés – ( Câmera Record/Tv Record) -uma mexicana de Guadalajara, de 32 anos, que vive normalmente sem os braços. Ela usa somente os pés para todas as atividades de seu cotidiano. É Adriana Macias, advogada e escritora. Uma história impressionante, de superação. Reportagem do jornalista brasileiro Michael Keller mostrando todas as atividades de Adriana, que nasceu sem os braços e foi aprendendo que os pés seriam o seu recurso. Ela faz tudo com os pés: maquiagem, coloca linha na agulha, costura, prepara o café. Tudo sem auxílio de ninguém. Adriana dá palestras motivacionais por todo o México. Ela é autora dos livros “Abraçar o Sucesso” (Abrazar el Éxito) e recentemente “A Força de Um Guerreiro” (La Fuerza de um Guerrero).



ADRIANA MACIAS
Guadalajara viu crescer uma mulher que nasceu sem os braços, mas que se transformou em um exemplo para todo mundo que se queixa das suas pequenas imperfeições. Adriana Macias tem 32 anos e desde pequena sonhava com que um dia ela teria braços como os outros. Ao entender que seu corpo seria mesmo assim, ela transformou sua incapacidade no seu principal valor.
Ela se penteia, cozinha e até dirige o carro só com os pés. Além disso, já escreveu dois livros sobre superação pessoal e dá conferências no mundo todo. Hoje ela agradece à vida pela sua condição, pois, além de uma vida exemplar, esta a levou a conhecer o amor. O que para muitos seria um motivo de infelicidade, para ela é a razão da sua vida.



O perfil de Marie Curie – ( GLOBO CIÊNCIA/REDE GLOBO) – a vida e a obra de Marie Curie, uma mulher muita à frente de seu tempo. Ela foi a primeira cientista a receber dois Prêmios Nobel por seus estudos em radioatividade. Além das descobertas de Marie Curie, o programa mostra as aplicações de radioatividade em nosso dia a dia. O apresentador Alexandre Henderseon inicia o programa no Instituto Nacional do Câncer – INCA, mostrando um aparelho de radioterapia utilizado no tratamento de câncer. E aproveita para contar a tragédia de Goiânia com o Césio 137, localizado em um aparelho de radioterapia abandonado em ferro velho, provocando o maior acidente radioativo do Brasil.


Mais informações: Câmera Record - http://www.rederecord.com.br/programas/camerarecord/
Globo Ciência – http://redeglobo.globo.com/


14 de mar. de 2011

Biografia de Bob Marley:Das canções a revolução


Introdução sobre Bob Marley


Bob Marley
Assim como Che Guevara, ele é um dos mais populares ídolos entre os jovens engajados em causas políticas ao redor do planeta. Só que diferentemente de seu colega argentino que foi ajudar a fazer uma revolução em Cuba, o jamaicano Bob Marley não precisou pegar em armas nem sair do seu país para ser considerado um herói libertário. Ele conseguiu isso compondo boas canções que misturaramreggae e rock e viraram sucessos internacionais, e também ao abraçar o movimento político e religioso rastafári, defender o uso da maconha como forma de se aproximar de Deus (ou Jah, como os rastafáris chamam o Todo-Poderoso)  e pregar contra a desigualdade social na Jamaica.
Bob Marley na capa do cd One Love
Reprodução
Bob Marley na capa do álbum "One Love"
Como todo ídolo com algum envolvimento político que morre precocemente - no caso dele vítima de um câncer que não foi combatido a tempo por conta dos preceitos rastafáris -, não faltam teorias conspiratórias sobre o que aconteceu com Marley. Uma delas sustenta que o cantor e compositor jamaicano foi assassinado pela Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos por defender ideias esquerdistas. Mas, apesar de ser uma parte importante de sua vida, não foram as posições políticas de Marley - muitas delas reveladoras de uma visão pouco elaborada sobre os problemas jamaicanos - sua maior contribuição para o mundo, e sim suas canções.

Bob Marley foi o primeiro artista que nasceu e viveu num país pobre a fazer um estrondoso sucesso internacional e a influenciar vários artistas e gêneros no universo da cultura pop. Esse fato é mais do que suficiente para fazê-lo merecedor de toda a reverência que se tem por sua obra artística. Uma espécie de Bob Dylan tropical, ele fez canções de protesto baseadas nas sonoridades do rock e do reggae e tornou o ritmo jamaicano mundialmente conhecido e identificado com os movimentos de rebeldia jovem, a ponto de influenciar até o punk rock nos anos 70 e 80.

Como o reggae esteve intimamente associado à criação de uma identidade nacional pelo povo jamaicano, principalmente após a independência total do país em relação a Inglaterra nos anos 1960, a música de Bob Marley refletiu os principais temas que afligiam os jamaicanos, como a fome, a criminalidade urbana, a violência política, a brutalidade policial e a herança da escravidão. Na próxima página conheça como foi a infância e a adolescência de Marley até ele ter seu talento musical descoberto.







Bob Marley e a invenção do reggae

The Wailers
Reprodução
The Wailers, grupo com o qual Bob Marley tornou-se famoso nos anos 70
Robert Nesta Marley nasceu em 6 de fevereiro de 1945 numa pequena vila no interior da Jamaica chamada Nine Miles. Filho de Norval Sinclair Marley, um administrador rural branco - que foi deserdado pela família por casar-se com uma mulher negra - e de Cedella Malcolm, filha de um próspero fazendeiro negro, Marley passou sua infância desfrutando da vida no campo nas terras da sua família em Nine Miles.

Seu pai abandonou sua mãe logo após o casamento e Marley praticamente não conviveu com ele, salvo por um breve período em que, quando era um pré-adolescente, Norval praticamente o sequestrou e o levou para morar em Kingston, capital da Jamaica. Fora isso, sua infância não teve grandes sobressaltos. Quando criança, ele conviveu bastante com seu avô materno que era chegado em temas místicos e tinha construído fama no interior do país por suas curas utilizando plantas medicinais. Foi nesse ambiente bucólico e com algumas pitadas de misticismo que o tímido e observador Marley começou a construir sua poética visão de mundo.

As coisas mudaram para valer quando ele teve de voltar a Kingston, desta vez levado por sua mãe. Eles ocuparam uma casa num conjunto popular subsidiado pelo governo na favela de Trench Town, uma das localidades mais pobres do país. Enquanto frequentava a escola local e aprendia o ofício de soldador, Marley entrou em contato com o ska, um gênero musical jamaicano que mistura música folclórica com jazzrhythm'n'blues e ritmos africanos e caribenhos. Era início dos anos 60 e Marley começou a apreciar também o rock e a música negra norte-americana, como a das canções de Fats Domino. Com essas influências e uma guitarra improvisada, feita de bambu, fios de cobre e lata, ele começou a dar seus primeiros passos na música.

Ao deixar a pacata vida rural e se defrontar com a miséria, a violência e os sons da vida urbana em Kingston, Marley começou a formar na sua cabeça uma concepção musical inovadora que misturava o ska, o rock e o som negro norte-americano com letras que expressavam sua indignação com as injustiças ao seu redor. Os aforismos que aprendera com seu avô durante a infância inspiraram ele em sua primeira composição chamada de "Judge Not", escrita em algum momento entre 1961 e 1962.

O talento de Marley já era notado por seus colegas. Um deles era Jimmy Cliff que conhecia o dono de uma loja de discos em Kingston chamado Leslie Kong, que às vezes atuava também como produtor dos grupos e artistas de ska. Kong levou Marley para o estúdio, onde gravaram "Judge Not", uma balada agressiva, que se tornou o primeiro compacto lançado por Marley. A gravação serviu também para que um veterano músico jamaicano, Joe Higgs, descobrisse Marley e o colocasse junto com Peter Tosh, Bunny Livingstone, Junior Braithwaite e Beverly Kelso para formar um quinteto vocal nomeado "The Wailers".

Em 1964, eles gravaram e lançaram um compacto com a canção "Simmer Down", que rapidamente se tornou um sucesso em todo o país. Isso lhes rendeu um contrato de três anos com o selo do produtor Coxsone Dodd. Outros sucessos, como "Rude Boy", prometiam bons rendimentos para os Wailers, mas eles receberam bem menos do que o esperado e em 1966 decidiram acabar com o grupo.

Marley partiu então para Newark, Delaware (EUA), onde sua mãe estava morando desde 1963. Lá trabalhou durante quase um ano em fábricas e outros trabalhos braçais. Em 1968, ao retornar para a Jamaica reuniu-se novamente com Peter Tosh e Bunny Livingstone para trazer o Wailers de volta. Desta vez, no entanto, por influência de sua esposa, a cantora Rita Anderson com quem havia se casado em 1966, Marley e a banda tornaram-se devotos do movimento rastafári. Nesse reencontro, o grupo começou a produzir uma nova sonoridade que alterava radicalmente o ritmo do ska e trazia para a música deles muitas influências do rock e da música negra dos Estados Unidos. Além disso, questões sociais e econômicas ganharam mais ênfase ainda em suas letras tornando as canções dos Wailers verdadeiros hinos de protesto na Jamaica. Nascia o reggae, um gênero que Marley tornaria popular no mundo inteiro nos anos seguintes como veremos na próxima página.









Bob Marley: uma vida rastafári

Bob Marley na Rolling Stone agosto 1976
Reprodução
Bob Marley na capa da
"Rolling Stone" em agosto de 1976
No fim dos anos 60, o novo som feito pelo The Wailers começou a tornar-se conhecido fora da Jamaica. As turnês do grupo principalmente na Inglaterra, país que reunia uma grande comunidade de jamaicanos, começaram a fazer o reggae ficar popular internacionalmente. Percebendo o potencial artístico e comercial do gênero, Chris Blackwell, dono da Island Records, ofereceu um contrato para a banda no começo dos anos 70. Bob Marley aceitou na hora já que eles teriam uma liberdade de criação e receberiam uma quantia de dinheiro que não tinham conseguido até ali. O reggae virou o principal gênero musical jamaicano e fonte de orgulho e identidade nacional.

Os primeiros álbuns na nova gravadora fizeram os Wailers emplacarem vários sucessos, mas no fim de 1973 Peter Tosh e Bunny Livingstone deixaram a banda para tentar carreiras solos e o grupo passou a se chamar Bob Marley & The Wailers. Em 1974, Eric Clapton gravou uma versão de "I Shot the Sheriff", lançada pelos Wailers no ano anterior, o que faz aumentar ainda mais a popularidade e a influência de Marley no mundo da música pop internacional. Com status de pop star, Marley passou a morar numa mansão na vizinhança mais sofisticada de Kingston, comprada pela gravadora Island.

Quando lançou o hit "No Woman, No Cry", em 1975, Marley tentava conciliar seu novo status de milionário e pop star internacional, com a filosofia rastafári e seu ativismo artístico-político. Seu pensamento era influenciado por uma mistura de ideias da esquerda política, dos movimentos negros norte-americanos e dos líderes religiosos rastafáris. O resultado muitas vezes era uma visão simplista das questões sociais jamaicanas, em que atribuía aos ricos a culpa por tudo e aos pobres o papel de eternas vítimas.
Marley foi um disciplinado seguidor do movimento religioso rastafári
© iStockphoto.com /Nini
Os rastafáris seguem um estilo de vida baseado no uso de longos cabelos, dieta vegetariana e rituais religiosos que incluem o uso de maconha
Dentro de sua mansão seguia rigidamente os preceitos rastafáris, mantendo seus dreadlocks, raramente bebendo, fumando maconha com o objetivo de aproximar-se de Jah (Deus, para os rastafáris), seguindo uma rígida dieta alimentar e de exercícios físicos e praticando hábitos religiosos bíblicos que em muito lembram as práticas dos judeus ortodoxos. Rita, sua esposa, passou a ser uma figura secundária em sua vida - no rastafári, as mulheres não podem participar de decisões importantes e devem se vestir muito discretamente. Ao longo dos anos 70, Marley teve pelo menos oito amantes com as quais teve onze filhos, muitas delas vivendo na mesma casa em que ele morava com a esposa.
A mansão de Marley tornou-se a meca do reggae durante a década de 70 e seu ambiente em muito lembrava o da contracultura hippie, com sexo livre, consumo de maconha e música, parecendo uma festa permanente. O engajamento político de Marley era uma preocupação até para as autoridades que ele criticava. Devido a sua popularidade e a repercussão negativa interna e externa que existiria se algo acontecesse a ele, a polícia mantinha uma base na rua da casa do cantor. Nem isso, no entanto, impediu que em 1976 Marley fosse vítima de um suposto atentado político ou de uma emboscada feita por gangues mafiosas jamaicanas no qual durante 15 minutos vários tiros foram disparados contra sua mansão. Bob saiu ferido com um tiro no braço. Também foram atingidos sua mulher Rita, um casal de amigos e seu empresário, Don Taylor, que quase morreu por conta dos quatro tiros que levou. 

Após o atentado Marley passou mais de um ano fora da Jamaica gravando seus discos e esperando que a situação política acalmasse. Entre os sucessos que ele compôs e lançou no período estão "Exodus", "Waiting in Vain", "Satisfy My Soul", "Jamming", "Punky Reggae Party" e "Is This Love". Suas turnês eram cada vez mais bem-sucedidas e quando se preparava para mais uma delas pelos Estados Unidos em 1980 ele teve de cancelá-la. O motivo foi a metástase de um melanoma que havia sido descoberto em 1977. A recomendação médica na época para que Marley amputasse o dedo onde estava a doença ia contra os princípios rastafáris e ele optou por não fazer a cirurgia. Quando decidiu fazer radioterapia três anos depois já era tarde demais. Pioneiro na internacionalização e popularização de um gênero musical inventado em um país pobre, Bob Marley morreu aos 36 anos de idade em 11 de maio de 1981 e tornou-se um mito. 


Fontes:      
BIANCHI, Débora e GWERCMAN, Sérgio. O Rei Leão Bob Marley inAventuras na História, edição 5, fevereiro de 2004.
KING, Stephen A. Reggae, Rastafari, and the Rethoric of Social Control. University Press of Mississippi, 2002.
ROLLING STONE. The Rolling Stone Encyclopedia of Rock & Roll. Simon & Schuster, 2001.
WHITE, Timothy. Queimando Tudo. Rio de Janeiro: Record, 1999.


*****este artigo foi retirado de:http://lazer.hsw.uol.com.br/bob-marley3.htm

20 de jan. de 2011

10 de dez. de 2010

Os médicos mais famosos do Brasil

Os médicos mais famosos do Brasil: "O Brasil, apesar das dificuldades enfrentadas no ensino superior e na pesquisa, sempre teve médicos famosos mundialmente: no começo do século XX, Oswaldo Cruz e Carlos Chagas foram lendas da medicina! Mas quem são os atuais grandes nomes da medicina brasileira? Certamente vocês já ouviram falar em Adib Jatene, Ivo Pitanguy, Angelita Habr-Gama e Miguel Nicolelis! O que eles têm em comum? Carreiras brilhantes, grandes contribuições à medicina, renome internacional e inúmeros prêmios. Saiba mais sobre cada um desses grandes médicos:





Adib Jatene

Nascido em 1929 e formado na USP, Adib Jatene é um cirurgião cardio-torácico famoso principalmente pelo desenvolvimento do procedimento de Jatene, uma nova técnica para correção de transposição de grandes vasos. Já foi Ministro da Saúde duas vezes. Conheça também a Fundação Adib Jatene.





Ivo Pitanguy

Nascido em Minas Gerais em 1926, Dr. Ivo Pitanguy fez faculdade de medicina na UFRJ e residência em cirurgia plástica nos EUA na década de 40. Numa época em que a cirurgia plástica era incipiente no Brasil e uma especialidade pouco respeitada na medicina, Dr. Ivo Pitanguy trabalhou na implantação de vários serviços de cirurgia plástica e reparadora no Rio de Janeiro. Com a implantação do serviço na Santa Casa do RJ, ele possibilitou o acesso à cirurgia reparadora a inúmeros pacientes que não teriam condições financeiras de realizar tais procedimentos. Desde 1963 mantém a Clínica Pitanguy, centro de referência internacional em cirurgia estética e reparadora. Uma lenda da cirurgia plástica, com mais de 800 trabalhos publicados em revistas científicas, diversos livros e inúmeros prêmios e titulações, Dr Pitanguy ainda vai semanalmente, às quartas-feiras, à 38ª enfermaria da Santa Casa, onde orienta cirurgias, discute os casos mais complexos com seus assistentes e compartilha sua experiência com os residentes.





Angelita Habr-Gama

Formada em medicina na USP em 1957, Dra. Angelita escolheu a cirurgia, uma área ainda hoje dominada por homens, e por isso destacou-se sempre no seu pioneirismo: foi a primeira mulher residente em cirurgia geral no HC da USP, a primeira professora titular em cirurgia no departamento de gastroenterologia da USP, a primeira mulher a receber o título de membro honorário da American Surgical Association e o primeiro médico latino-americano a integrar o seleto grupo dos membros honorários da European Surgical Association. Atualmente é professora livre-docente da USP e Presidente do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva. Famosa na área da coloproctologia, tem dezenas de artigos publicados e centenas de palestras minitradas em eventos nacionais e internacionais. Dra. Angelita não diz a idade e afirma que escolheu não ter filhos para investir na carreira.





Miguel Nicolelis

O mais jovem do grupo é também o mais famoso atualmente! Nasceu em 1961, formou-se na USP e logo em seguida fez doutorado para seguir carreira científica. Como ele afirma no seu livro, Prazer em Conhecer, não havia perspectiva para progredir na sua pesquisa no Brasil e por isso foi para os EUA, onde hoje lidera um grupo de pesquisadores em neurociência na Universidade de Duke. Sua pesquisa investiga como integrar o cérebro humano às maquinas. A real aplicação disso virá com o desenvolvimento das pesquisas, mas um dos objetivos é desenvolver próteses neurais para pacientes em reabilitação. Nicolelis foi o primeiro brasileiro a ter um artigo publicado na capa da revista Science e foi o primeiro cientista a receber no mesmo ano os prêmios Transformative R01 e Pioneer do NIH, somando uma quantia superior a U$ 6 milhões em financiamentos para pesquisa. Além do seu laboratório no EUA, Nicolelis lidera o Instituto Internacional de Neurociências de Natal no Brasil.











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