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29 de out. de 2010
iPad custará menos de R$ 2 mil no Brasil
iPad custará menos de R$ 2 mil no Brasil: "SÃO PAULO - O presidente da TIM, Luca Luciani, afirmou em entrevista ao jornal O Globo, que o iPad chega ao Brasil na segunda quinzena de novembro... ( Felipe Zmoginski, de INFO Online )"
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Lázaro
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iPad custará menos de R$ 2 mil no Brasil
2010-10-29T20:45:00-07:00
Lázaro
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05 maneiras de encontrar fotografias e figuras de medicina
05 maneiras de encontrar fotografias e figuras de medicina: "Para tornar uma apresentação de trabalho ou aula mais interessante, usar imagens é sempre uma boa estratégia! Mas na era em que tudo é digital, não faz mais sentido a gente escanear figura de livro, não é? Para você não ficar só no Google Images, fizemos uma lista com as melhores fontes de boas imagens de medicina.
1. Google Images
Acho que essa é a primeira fonte à qual todo mundo recorre: você vai lá na caixa de pesquisa do Google, digita o que está procurando e além de vários sites, ele oferece uma lista de imagens. Fácil e simples, não é? O problema é que é difícil achar imagens com boa resolução - uma dica é procurar pelo termo em inglês, pois o resultado da pesquisa sempre tem mais imagens!
2. Wikipedia - Wikimedia Commons
É também uma fonte de fácil acesso e conhecida por todos. Mas na verdade aquelas figuras bonitinhas que você encontra nos artigos da Wikipedia vêm da Wikimedia Commons, a parte da Wiki que gerencia imagens, vídeos e outras mídias. O acervo é bem rico, fácil de pesquisar e traz imagens mais selecionadas do que o Google, geralmente oferencendo arquivos de boa qualidade.
3. Medline Plus - A.D.A.M. Medical Encyclopedia
O Medline Plus é uma fonte de informações em saúde organizada pelo National Institute of Health (NIH) dos EUA. Dentre as diversas áreas do site você encontra a Medical Encyclopedia, onde estão disponíveis artigos sobre doenças, exames, sintomas e as imagens associadas a eles. A vantagem é que as imagens são bem didáticas e padronizadas pelo A.D.A.M.
4. New England Journal of Medicine
Quem costuma ler o NEJM já conhece a fama das imagens dos artigos: são de qualidade absurdamente superior às demais encontradas por aí e são muito didáticas. Para quem é assinante ou tem acesso pela faculdade, é possível baixar imagens de todos os artigos. Para quem só tem o acesso gratuito, você pode pegar de artigos com mais de 06 meses e da sessão Images in Clinical Medicine. Para obter as imagens, você pode tanto recortar do .pdf do artigo como fazer o download direto do site da revista - eles oferecem até para você já baixar no .ppt!
5. iStock Photo
Famosa fonte de imagens em geral na internet, o iStock Photo também traz fotografias de medicina. O único problema é que as imagens são pagas, mas para quem procura uma fotografia mais específica e de melhor qualidade para usar em algum cartaz ou banner, talvez seja essa a fonte.
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1. Google Images
Acho que essa é a primeira fonte à qual todo mundo recorre: você vai lá na caixa de pesquisa do Google, digita o que está procurando e além de vários sites, ele oferece uma lista de imagens. Fácil e simples, não é? O problema é que é difícil achar imagens com boa resolução - uma dica é procurar pelo termo em inglês, pois o resultado da pesquisa sempre tem mais imagens!2. Wikipedia - Wikimedia Commons
3. Medline Plus - A.D.A.M. Medical Encyclopedia
4. New England Journal of Medicine
5. iStock Photo
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05 maneiras de encontrar fotografias e figuras de medicina
2010-10-29T20:41:00-07:00
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Atualização do Google Health
Atualização do Google Health: "O Google Health lançou novas funcionalidades para permitir que as pessoas usem o serviço para acompanhar o seu exercício, dieta e outros parâmetros de saúde como os níveis de glicose no sangue. Você pode definir objetivos, tomar notas, e, basicamente, usá-lo como o diário do seu bem-estar.
O novo design também oferece informações mais personalizadas para o seu conjunto particular de condições médicas ou medicamentos específicos. Você pode acessar a melhoria das ligações de conteúdo para cada condição médica, medicação ou resultado laboratorial que você tem no seu perfil do Google Health.
Utilizando o Google Health, você poderá armazenar seu histórico médico completo, inserindo seus dados pessoais como peso, altura, idade, sexo e dados clínicos como alergias, medicamentos que faz uso, cirurgias às quais foi sub metido, resultados de exames, vacinas, etc. Esta é uma forma para compilar todas as suas informações de saúde em um mesmo local, reduzir o tempo na busca de históricos de tratamentos e diagnósticos antigos, localização de profissionais, entre outros. Apesar de se encontrar apenas em inglês e a possibilidade de importação de seus dados médicos a partir de bancos de dados brasileiro ainda não existir, você poderá, caso deseje, colocar os dados manualmente. O interessante para brasileiros no momento, é você gerenciar tais dados, organizar e gerenciar endereços dos seus médicos e exames, e procurar informações sobre as doenças.

Este artigo pertence ao Mediskina.
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
By Carolina RosaMD
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O novo design também oferece informações mais personalizadas para o seu conjunto particular de condições médicas ou medicamentos específicos. Você pode acessar a melhoria das ligações de conteúdo para cada condição médica, medicação ou resultado laboratorial que você tem no seu perfil do Google Health.
Utilizando o Google Health, você poderá armazenar seu histórico médico completo, inserindo seus dados pessoais como peso, altura, idade, sexo e dados clínicos como alergias, medicamentos que faz uso, cirurgias às quais foi sub metido, resultados de exames, vacinas, etc. Esta é uma forma para compilar todas as suas informações de saúde em um mesmo local, reduzir o tempo na busca de históricos de tratamentos e diagnósticos antigos, localização de profissionais, entre outros. Apesar de se encontrar apenas em inglês e a possibilidade de importação de seus dados médicos a partir de bancos de dados brasileiro ainda não existir, você poderá, caso deseje, colocar os dados manualmente. O interessante para brasileiros no momento, é você gerenciar tais dados, organizar e gerenciar endereços dos seus médicos e exames, e procurar informações sobre as doenças.
Este artigo pertence ao Mediskina.
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
By Carolina RosaMD
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Atualização do Google Health
2010-10-29T20:38:00-07:00
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Especialistas de SP vetam rem�dio distribu�do pelo Minist�rio da Sa�de
Especialistas de SP vetam remédio
distribuído pelo Ministério da Saúde
Droga usada para doença de Gaucher ainda está em estudo e não é aprovada
A droga, que ainda está em estudo e não é aprovada no país, foi distribuída nas últimas semanas emergencialmente pelo Ministério da Saúde aos Estados mediante uma autorização especial da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O taliglucerase está substituindo um outro remédio que vinha sendo utilizado e que registrou desabastecimento mundial.Parecer de especialistas que assessoram a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo concluído em setembro vetou o uso do medicamento taliglucerase nos pacientes com a doença de Gaucher. O motivo é a da falta de informações a respeito dos efeitos do remédio. Apenas quem passa por estudos clínicos continuam tomando a medicação.
A doença de Gaucher é uma condição rara, causada pela incapacidade do organismo em metabolizar gordura, o que gera anemia e problemas ósseos. Atualmente 610 pessoas estão em tratamento no país, 172 delas em São Paulo. Alguns estão evitando tomar a medicação.
Apesar de a secretaria e o ministério não terem se manifestado oficialmente sobre os questionamentos até a conclusão desta reportagem, dados do parecer já vinham circulando entre médicos e pacientes – o que fez com que parte dos portadores abandonasse a terapia emergencial, mesmo com os sintomas.
Em nota oficial, o Ministério da Saúde reafirmou a segurança do remédio e destacou que o parecer não é a posição oficial da secretaria de São Paulo. A pasta estadual informou apenas que recomenda que os doentes revejam a prescrição com os seus médicos.
A discussão envolve um mercado de pelo menos R$ 52 milhões, custo da última compra emergencial, e drogas de pelo menos três multinacionais do setor farmacêutico - Pfizer, distribuidora da taliglucerase, Genzyme, fabricante da imiglucerase, que registrou o desabastecimento, e a droga miglustate, da Actelion, recomendada pelo grupo de especialistas para adultos com indicação.
Efeitos
O parecer do grupo da Secretaria Estadual de Saúde, enviado ao ministério no início de outubro, é assinado pelas médicas Ana Maria Martins, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Gilda Porta, da USP (Universidade de São Paulo), Jordana Fuzato, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), e Teresa Cristina Bortolheiro, da Faculdade de Medicina da Santa Casa.
RespostaO texto acusa o ministério de ferir princípios éticos das pesquisas com seres humanos e destaca que não há nenhum estudo publicado sobre a droga, fato que a fabricante Pfizer confirma. Também recomenda que se volte a comprar a droga da Genzyme para crianças, grávidas e aqueles que se recusarem a receber a taliglucerase, além de sugerir a compra da miglustate.
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que o parecer do comitê assessor paulista “não representa o posicionamento oficial da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo”. A pasta estadual, porém, afirmou em esclarecimento que a decisão sobre o remédio para Gaucher cabe ao ministério, mas que recomenda aos pacientes reverem a prescrição com seus médicos.
Nas últimas semanas, os dois órgãos vêm se desentendo sobre o abastecimento de remédios e a segurança de fármacos do SUS.
Segundo destacou o ministério, a aquisição de taliglucerase foi “efetivada com a Pfizer porque o laboratório foi o único no mundo que garantiu (...) ser capaz de produzir o quantitativo necessário do medicamento”. A nota enfatiza que a compra “só ocorreu depois que a eficácia e a segurança (...) foram comprovadas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária”. O ministério garante que todos os pacientes respondem bem à terapia, orientada em um guia. A pasta defendeu ainda que o miglustate é indicado só para pacientes refratários.
A Pfizer disse desconhecer os questionamentos do comitê e destacou que pacientes usam o remédio em testes “com bons resultados”.
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Lázaro
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14:42
Especialistas de SP vetam rem�dio distribu�do pelo Minist�rio da Sa�de
2010-10-29T14:42:00-07:00
Lázaro
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